Dilma confirma que tratou de leniência da Odebrecht

No depoimento a Sérgio Moro, Dilma Rousseff confirmou que seu governo estava preocupado com os efeitos da Lava Jato nas empreiteiras e que Aloizio Mercadante, como ministro da Casa Civil, tinha essa questão entre suas atribuições.

“A leniência era uma questão presente no governo, através da CGU, da AGU, da Casa Civil e nas conversas com o TCU e o Ministério Público. Era muito grave. As empresas, que estava sofrendo investigação da Lava Jato, estavam tendo problemas na área de retomar seus financiamentos internos e externos. Isso criava para o governo um grande problema, porque estava comprometendo seus empregos.”

Segundo Dilma, é preciso punir executivos e funcionários, mas preservar as empresas, que são “produtos sociais”. “Tínhamos uma preocupação pública para se construir um processo de leniência para salvar as empresas de engenharia desse país.”

Sobre a acusação de Marcelo Odebrecht, a ex-presidente disse que sentir que sua avaliação “reduza a questão da leniência a si mesma”.

“Acredito que as pessoas tendem a fazer avaliações se colocando no centro do mundo. É uma forma de interpretar. Eu não concordo.”

 

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Ler 23 comentários
  1. Nesta frase:
    “Segundo Dilma, é preciso punir executivos e funcionários, mas preservar as empresas, que são “produtos sociais”.
    Nesta fala a Dilmentira se auto-incrimina!!! quem foi mesmo Dilma a responsável pela compra de Pasadena???

  2. O garoto corria pelo mítico castelo, às margens do lago Paranormal, de um lado a outro. Não conseguia ficar parado, como se visse mais do que o local tinha a oferecer como passatempo. O conde notou a hiperatividade da sua raposinha voadora:
    — O nosso menino está estranho… parece agitado.
    — Deixa ele, amor! — disse a condessa. — O Júnior acha que isso é um parque de diversões, como os temáticos da Transilvânia.
    — Querida, faça um suco maracujá sem açúcar, para ele.
    — Ele prefere o de beterraba.
    — Suspenda! A glicemia, do morceguinho, deve estar a mil!

    Naquela noite, o moleque levado da breca fugiu do banho de lua e foi se esconder em um cesto indígena no mezanino. Lá, encontrou uma senhora de vermelho, parada na entrada da biblioteca, com uma faixa e um cartão preso ao pescoço:
    — Criança, dá pra parar de correr? Vai brincar noutro lugar! Assim, ocê me assusta! Morro de medo que quebre os meus móveis tombados… não quero que destruam a minha decoração — ameaçou, antes de descer um degrau da escada.
    — A senhora é a corretora do imóvel?

  3. — Boa pergunta. Não sei como te responder. Memória curta. Meu nome é Ja… Pluft! — a velhota tropeçou no cesto e escorregou treze degraus abaixo, do alto da escada em “L”.
    Ela caiu rodando e pedalando no espaço, em torno do próprio eixo.
    — Tudo bem, madame? A senhora rodou feio… machucou?
    — Não quebro a cara fácil, meu menino… — respondeu a mulher levantando-se, após o tombo.
    — Hã-hã, sei… — o menino parecia incrédulo. — A senhora mora no castelo?
    — Seguinte… Sabe guardar um segredo? É uma narrativa de arrepiar — confidenciou ela, virando o rosto.
    — Acho… que sim.
    — Eu também me escondo, aqui. Não vai contar pro seu pai, não é?
    — Depende. Morre… quando?
    — Pestinha! Puxou o pai. Pega ali um agrado, estojo de canetinhas novas, na cesta.
    O espertinho resolveu testar a surdez da hóspede, que escondia o rosto opaco e misterioso:
    — Quero lhe contar um segredo, também — disse o guri, ao abrir o estojo.
    — Adoro um segredo infantil… Diga, meu anjo!
    — A senhora tá sozinha? Posso confiar? — riscou na cara larga.
    — O meu assessor foi jogar sinuca, no porão. Tamos a sós, aqui.
    — Assessor?
    — Esquece ele! No que se refere a Vegas, fica em Vegas! Fala, garoto!

  4. A pausa parecia eterna. Uma tensão silenciosa os envolvia até o último fio do cabelo fixado no penteado permanente da velha senhora. O garoto desenhava seu enredo:
    — É que… eu vejo pessoas desfocadas…
    — Cadê os óculos? Muda a receita, moleque!
    — É gente… sem rosto.
    — Entendi. Mudou pra lente de contato? No começo é assim, mesmo. Que segredo, besta!
    O garoto, em silêncio, lançou um olhar enviesado e ameaçador.
    — Vejo pessoas mortas… algumas são engraçadas e outras até me assustam.
    — Não brinca! Vê gente morta, quando tá sonhando?
    — Ainda não… — o sapeca balançou a cabeça.
    — Acordado, então?
    — Sim.
    — Tipo… deitados em caixões?
    — Não, tipo andando por aí, como gente viva. Pessoas. Algumas não sabem que já morreram.
    — Não sabem que estão mortas? O que é que ocê anda vendo por aí?
    — Zumbi… com cara de fantasma… — sussurrou.
    Ela não conseguiu esconder a surpresa. Desequilibrada, sentou-se no sofá. Olhou para o salão escuro e empoeirado, onde uma TV analógica de 40 polegadas jazia, coberta por cabos e teias:
    — Se entupindo de Netflix, hein, seu travesso?

  5. — O wi-fi do palácio vizinho, só pega bem no mezanino.
    — O que esse povo zumbi fala procê?
    — Coisas. Me contam histórias… Narrativas, eles dizem.
    — De que tipo?
    — Coisas que eles sofrem… coisas que só acontecem quando escorregam no invisível…
    — Hum-hum… São sofredores.
    — Profissionais. Usam crachá. São vítimas, de carteirinha.
    — Desde quando ocê… dá de cara com eles?
    — Faz pouco tempo. Hoje, sei que ficam por aí, zanzando perdidos pelo castelo — revelou o pimentinha, com os dentinhos de fora. — Já viu, também?
    — Nunca vi inteiro. Só… fragmentado.
    — Não conta o meu segredo pra ninguém, hein, Dona Pluft?
    — Spoiler? Imagina… Peraí? Do que é que ocê me chamou? 
    — Dona Pluft. Desde aquele tombo horroroso, fiquei assombrado.
    — E eu lá tenho cara de fantasminha teatral, meu camarada?
    — Cara nenhuma! Seu tropeço foi feio. Suas muitas caras caíram e a senhora nem sentiu a falta!
    — Mentira! Cadê as minhas ‘Caras’? — cega de raiva, ela checou a delação no espelho do celular irrefletido.
    — Só sobrou o desenho da capa. As máscaras estão ali, no cesto de revistas. Desmaiadas.
    — Que troço é esse, rabiscado, nelas? Tarjas pretas?
    — Risquei barba e bigodes.

  6. dilma acredita que colunas, vigas, lages, treliças, blocos, tijolos, elevadores, etc., são produtos sociais. Minha nossa!
    Se como ela diz, que devem ser punidos executivos e funcionários, quem sobra para tocar as empresas?

    1. Exato, mas isso é somente história para boi dormir. Ela sabia muito bem por que tinha de apressar a leniência. A propósito, o procurador diz: “Isso é uma contatação.”; ela interrompe: “Não, não, não… Não concordo com a constatação!”. Equivale a não concordar por exemplo com alguém que diz: “Manoel morreu, é uma constatação” .

  7. (piscando de soslaio e fazendo cara de esperto)
    Ah!, sim
    …o maior problema das Empreiteiras do PT, PARA O GOVERNO DO QUAL ERA ELA QUEM ASSINAVA os CHEQUES era…DIMINUIR o NÍVEL de EMPREGOS !!?? VIXE !!!
    ======
    FALSA” DOUTORA” DILMA,
    por acaso Tá achando que eu sou JACU !?!?
    sua PARTÍCIPE de GRUPO que ASSALTOU o BRASIL !!?
    ==
    Então, a pressa pela Leniência com a BANDIDAGEM-CUMPANHÊRA da ANTIGA GUERRILHEIRA e ROUBADEIRA de BANCOS, com a Oligarquia Obreira da Corrupção, as Empreiteiras-Comparsas,
    seria:
    PURO, INGÊNUO & SINGELO ATO de…PATRIOTISMO !!!(sic).
    =
    Isso segundo essa Luminar do Lumpenproletariat tuPiniquinho
    =====
    Só se fosse um esconderijo para não diminuir o nível de emprego,
    mas,
    o DELA e de seus ASSOCIADOS(AS) !!!
    =====
    Não me venha com essa NARRATIVA TORTA para legitimar o ROUBO !!!
    só sua grande Imprensazinha Vadia, Vagal, Salafra e Mancomunada amacia e faz a terraplanagem dessa sua versão sem-vergonha dos fatos, ínclita “doutora”.

  8. Ate parece que essa bandida se preocupava com emprego – piis não foi a maldita mesmo que desempregou 13 milhões de trabalhadores?
    Vao dar uma volta no inferno junto com o f d p do luladrão, dilmandida!

  9. BANDIDA–LENIENCIA PRA SALVA OS EMPREGOS—JÁ VEIO COM O DISCURSO PRONTO—CULPA A LAVA JATO –E OS ROUBOS–A COMPRA DE PASADENA–DINHEIRO A RODO PROS DITADORES ?

  10. Vamol á toma uma na no báaaaaaa,vamo lá toma uma lá no báaaaaa.TENDI nada, continua com o dilmês…….essa mulher não toma só aspirina não…… tem mais coisa aí……….kkk

  11. Essa porca comunista é um lixo. Deveria fazer parte dos chás geriátricos da chefA da Quadrilha do Supremo Tribunal Federal CÁRMEM LÚCIA. Que não esqueçam de convidar Ideli Salvatti e Gleisi Helena Hoffmann.