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Dilma diz que China é uma 'luz' contra a 'decadência' ocidental

Em debate sobre livro, ex-presidente petista elogia ditadura e diz que há 'preconceito' dos países do Ocidente contra o Partido Comunista chinês
Dilma diz que China é uma luz contra a decadência ocidental
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Dilma Rousseff (foto), essa grande democrata, rasgou elogios ao modelo chinês de sociedade durante um daqueles “debates” em que todo mundo concorda. Foi nesta segunda (22), no lançamento de um livro que louva a China como “socialismo do século 21”, relata a Folha.

“A China representa uma luz nessa situação de absoluta decadência e escuridão que é atravessada pelas sociedades ocidentais”, declarou a petista. “Não se pode deixar de admirar um país que sai do feudalismo, do mais brutal controle colonialista, para se tornar a segunda maior economia do mundo e a primeira em paridade de poder de compra.”

A própria Folha lembra que a China “é um regime de partido único, em que não há democracia ou respeito à liberdade de expressão, além da perseguição sistemática a minorias como os uigures”. Nada disso foi mencionado no debate —afinal, democracia é um detalhe.

Assim como Lula insiste que o principal problema de Cuba é o embargo dos EUA —e não uma ditadura que já dura mais de 60 anos—, Dilma culpa o “preconceito” do Ocidente contra o Partido Comunista chinês.

“Há toda uma gama de preconceito e sujeito oculto no caso do desenvolvimento da China, pelo menos da perspectiva dos países ocidentais. Temos que entender a relação entre o partido e os instrumentos de Estado da superação da pobreza.”

O PT, amigo de regimes opressores na China, em Cuba, na Nicarágua e na Venezuela, continua achando que ditadura só é ruim quando é do tipo que Jair Bolsonaro gosta.

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