Dilma é patética

O Globo noticia que Dilma Rousseff desistiu de enviar ao Congresso uma PEC para a convocação de novas eleições. Resolveu apoiar publicamente uma proposta que já está no Senado.

É patético do mesmo jeito.

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  1. Por fim, o indivíduo deveria fazer concurso público somente se for vocacionado para a atividade. Me preocupa muito quando um jovem diz que seu sonho é se tornar funcionário público em virtude do salário, estabilidade e digamos, um ritmo de trabalho mais light. Muitos não consideram o básico, que é a aptidão para aquilo que vai exercer. Que espécie de profissional é alguém que não quer ter desafios, que se interessa somente por estabilidade e salário garantido? Seu único desafio é passar no concurso público. Coitado do cidadão que paga a conta.

  2. Com relação a estabilidade, pode até ser que protege os que querem trabalhar corretamente e que acabam indo contra os interesses de certos agentes do Estado, entretanto, é inegável que esconde os que não querem trabalhar ou que trabalham muito mal. É imprescindível que a gestão pública valorize os que trabalham direito, separando bons e ruins e implementando a temida meritocracia. Tarefas básicas como respeitar os horários de trabalho, cultivar o absenteísmo, evitar excessos de “licenças médicas” são tabus no setor público.

  3. É sempre o mesmo papinho do se informar melhor…é só ir a qualquer repartição pública, hospital público, escola público e o cidadão poderá se “informar” muito bem como a coisa pública funciona e não me venha falar que é somente culpa da corrupção ou dos políticos. A folha divulgou um estudo do Credit Suisse onde mostra que o país gasta muito mal. Outros países fazem muito mais com muito menos.

  4. O Brasil de hoje tem muitas ca..das; uma muuuito grande é esta – o Estado paquidérmico, feito para carregar petralhas e afins! Pobre brasileiros.

  5. Há muitos profissionais no governo que são extremamente competentes, bem preparados e comprometidos com as verdadeiras necessidades do setor público (não as necessidades petistas!). Antes de vir aqui escrever um monte de abobrinhas sobre quem realmente se importa em fazer um trabalho de qualidade no governo federal, os “barnabés” deveriam se informar melhor. Tenham a certeza de que as carreiras de Estado (que não são os comissionados do PT!) trabalharam muito para evitar um estrago maior no país, que só não foi possível pq vc, SOCIEDADE BRASILEIRA, votou no PT!

  6. Ressaltando que agente público concursado não se enquadra na categoria de servidor público concursado, eis a conclusão da avaliação 360 graus da área de comentários, como Tio Barnabé queria demonstrar: “Após alguns rodeios e rapapés, as notas de todos são, enfim, decifradas pela organização. Não passara de um susto. Depois do momento c@cete e importuno gerenciado pelo barnabé do RH, todos readquirem aquela aura imaculada e certa compostura que é a gentileza do barnabé concursado.”

  7. graças a estabilidade ainda temos funcionários públicos ou empregados públicos que fazem o seu trabalho sem medo do ingerência politica, o que seriam dos auditores do TCU e de outras empresas publicas, o que seria de Sergio moro e os delegados e procuradores federais sem a estabilidade em um governo petista. as empresas públicas ainda sobrevivem graças aos empregados públicos que seguram as pontas apesar dos acéfalos petistas ou pedetista que os administram.

  8. Exatamente, Ronaldo! Imagina se os servidores públicos fossem regidos pela CLT. O Sérgio Moro teria sido colocado na rua já no início, com a prisão de Paulo Roberto Costa. Arrumar-se-ia algum motivo qualquer, banal, e logo estaria na rua. O mesmo com os Delegados e Procuradores da República. Em suma, a pessoa seria demitida não por sua ineficiência, mas por sua EFICIÊNCIA! Quem manda ser eficiente? Rua!

  9. A abertura de um processo administrativo contra um funcionário público ou para investigar um desvio é um procedimento definido por lei – não é “opção” do administrador…. Se alguém pensasse por 5 segundos usando só aquele único neurônio funcional poderia imaginar o que seria do serviço público (do Estado) sem estabilidade de emprego…por exemplo….deixa eu ver…dããã…num governo do PT (!)…Imagine o que seria a justiça, a polícia federal, a receita e etc. e daí pare de falar barnebices por aí. Se com 14 anos de PT, ainda não entendeu, qual é a esperança?

  10. Há ineficiências tanto no setor público quanto no privado. Precisamos de uma legislação trabalhista que não impeça a geração de empregos. Precisamos de menos impostos. No setor público, a causa do problema é a falta ou má qualidade da gestão pública e não o barnabé. Este é só a consequência de sucessivos governos lenientes com a ineficiência, sejam de esquerda, centro ou direita. Não é possível qualquer avanço na administração pública sem uma mudança de mentalidade dos políticos e também do poder judiciário.

  11. Chico Ungunya – não se trata de casta de privilegiados inimputáveis, mas de situações distintas. Nunca ouvi falar que para demitir alguém de uma empresa houvesse necessidade de procedimento administrativo para apurar ineficiência ou qualquer outra coisa. Pelo contrário. As pessoas são chamadas pelo famigerado RH e recebem a notícia bomba. Reivindicação e defesa só depois na Justiça Trabalhista. Esta sistemática não pode ocorrer no serviço público, pois a pessoa pode ser demitida por sua eficiência, como no exemplo dado. Até se descobrir que o caso era de polícia, o servidor já foi demitido.

  12. f faria, velha tatica de descarecterizar o debatedor quando nao se consegue ganhar em argumentos. Lamentavel. O que eu disse nao valia porque eu era do mercado financeiro, agora nao vale porque eu era do “baixo clero”. Voce acha que so quem enxerga a realidade e quem esta na ponta da Piramide? Aconselho a rever urgentemente os seus conceitos, descobrira que nao e senhor das ideias e que seus subordinados te darao excelentes contribuicoes. Alias, eu disse que era escriturario? Nao era, mas preso muito a opiniao de um.

  13. Eu já disse que não vou mais escrever aqui. Primeiro, porque o número de caracteres não deixa desenvolver uma linha se raciocínio ampla. Senhores, eu nenhum momente quis impor superioridade do setor público sobre o privado. Nunca. Basta ler. Há convergência em diversos pontos. Segundo, porque o nível dos debatedores, com o devido respeito, é muito insipiente. Um deles, por ex., era escriturário da CEF/BB, isto é, baixo clero do funcionalismo público. Tem boa intenção, mas é limitado. Gostaria de solicitar aos proprietários deste blog para abrir espaço a um debate amplo.

  14. O setor privado nao e mil maravilhas, sabemos disso, mas por ser muito menos protegido, em especial as empresas de pequeno e medio porte, a pressao para que se trabalhe direito e muito maior. O que nao ocorre no setor publico, onde nao se sabe de onde vem o dinheiro e gasta-se como se nao houvesse amanha e como se um minimo de satisfacao a sociedade nao fosse preciso. Voce diz que o regime de estabilidade trouxe economia aos cofres publicos. Proteger aqueles que nao querem trabalhar e trazer economia ao Estado? E o custo de oportunidade em manter gente ineficiente no quadro?

  15. Nao caro f faria, nao sou do mercado financeiro, nunca fui. Sabe o que eu sou? Ex-funcionario do maior banco publico brasileiro, concursado e de carreira. Sai ha alguns anos. Trabalhei em area de apoio, onde a pressao por resultados e muito menor e por consequencia, muita gente dava um jeito de ir para la pra poder ficar relax…era um verdadeiro descalabro. Sai porque queria exercer minha vocacao e porque se continuasse em um lugar tao ineficiente, ficaria doente, nao combina com o meu carater. E la todo mundo era clt, mas isso nao impede a ineficiencia quando a cultura esta apodrecida.

  16. O problema, caro Chico, é que você escreve as coisas por intuição pessoal. Não apresentou um dado estatístico, não colacionou uma legislação, sequer apresentou um fato histórico. Eu não vou dar carteirada aqui, mas vou, pela última vez, colocar OUTRO argumento que você desconhece. Sabe-se que ultrajada a premissa, a conclusão é rompante. Pois bem. Historicamente, o regime jurídico da estabilidade, além de trazer a independência funcional, serviu para economizar aos cofres públicos. No outro regime, com demissâo, seriam bilhões em aviso prévio, FGTS e multa de 40%. Houve uma opção.

  17. Apenas para registrar. Não acho que devamos viver o Estado máximo, como ocorre nos dias atuais. Estado tem que servir para dar condições às pessoas de exercerem suas liberdades. Não acho correta a intervenção estatal direta no domínio econômico e acho a privatização pretendida pelo eventual novo governo extremamente positiva. Estado enxuto gera menos impostos, gera mais facilidade de controle e mais eficiência. O que devemos fazer é enfrentar o debate sem ideias preconcebidas ou generalizadoras.

  18. Eu concordo com privatização. Estado inchado é o nascedouro da corrupção. Só não me diga que setor público é ineficiente e privado é eficiente. Já mostrei que é um pensamento simplista e equivocado.

  19. Floripano, Eu não me enganei. São dados amplamente divulgados. Nós às vezes achamos que nosso círculo social reflete o Brasil. Mas não. Você deve ser do mercado financeiro, conhecendo bons negócios. Mas eu reafirmo com dados: o setor privado é absolutamente ineficiente. Pense-o como um corpo humano. Os eficientes refletem uma unha deste corpo. Setor privado no Brasil não é 3G Capital, é Bar do Ceará. Agora o dado. As Juntas Comerciais registram que 52% da atividade empresarial é de EMPRESÁRIOS INDIVIDUAIS. Em suma, é o JOAO DA SILVA – ME. A unha do privado é eficiente, apenas.

  20. Chico Ungunya – de fato a qualidade do serviço público no Brasil é, em regra, muito ruim (há importantes exceções). Acho que deve haver demissão por ineficiência sim. Mas há questões a serem enfrentadas aí. Imagina o seguinte exemplo: um servidor da Vigilância Sanitária multa um estabelecimento por inadequações. O seu chefe, que está em conluio com o estabelecimento, não gosta da ação (correta) de seu subordinado e o demite, alegando ineficiência. Assim, no mais, sem processo administrativo, sem defesa para o demitido etc.. Você acha justo? Assim funciona com a CLT.

  21. Menos f faria, bem menos…vc utilizou os piores exemplos para caracterizar o setor privado, aliás, são os que mais se parecem com a área pública, justamente, por depender profundamente do Estado. Basta dar uma olhada no mercado para ver inúmeros exemplos de eficiência na área privada.

  22. Luciano, é um mantra a ideia que a iniciativa privada é prodigiosa e eficiente. Tanto que você colocou na condicional (“pode ter”). O exemplo mais bem acabado é das nossas super-empreiteiras, que só atingiram lucros recordes com venda ao Poder Público, no mais pernicioso modus operandi. Os bancos privados? Todos possuem relação promíscua com Poder Público. Vamos desinchar o Estado, perfeito. Mas não entreguemos a esta iniciativa privada. Temos que mudar o ser humano.

  23. Chico Ungunya – o serviço público é diferente do privado. O privado visa a obtenção de lucro, o público a obtenção do bem comum. Esta diferença fundamental gera diferenças de regime jurídico e estruturais . No serviço privado você pode escolher com quem se relacionar, no público não (ex.: a Vigilância Sanitária não pode escolher se fiscaliza um bar e não o outro – tem que fiscalizar todos igualmente). Então, a sua solução me parece equivocada, pois não é possível tratar todos os servidores públicos pelo regime da CLT. Sugiro aprender mais sobre a natureza do serviço público para criticá-lo.

  24. Para “Para questionador” – nada do que você falou é novidade para mim. O problema é que sempre se cuidou de DIREITOS dos menos favorecidos na base da caridade, como se fossem “sub humanas”. Não reconhecer que TODAS AS PESSOAS, pelo simples fato de existirem, têm DIREITO à saúde é retrocesso. Ok, talvez devêssemos rever o sistema único para que não seja deficitário. Importante lembrar também que as pastas de saúde são cobiçadas pelos partidos justamente porque têm orçamento gordo, sendo campo fértil para corrupção. Aliás, é na saúde onde ocorrem os maiores desvios.

  25. É evidente que estamos falando da “cultura” do funcionalismo público, do inchaço da máquina pública, e não de todo e qualquer serviço público. Ainda assim, tem que se reconhecer que não há serviço público que tenha, em si mesmo, um ciclo virtuoso que tenda ao funcionamento prodigiosos e eficiente, como a iniciativa privada pode ter. Ao contrário, o serviço público carrega em si ciclos viciosos que devem sempre ser reconhecidos e apontados como fatores de risco. Com isto em mente, é inegável que existem atividades que devem ser públicas por serem um mal menor, ainda sendo um mal.

  26. realmente tem serviços publicos de qualidade , principalmente em paises nordicos e um que conheci bem o japones , onde o funcionario publico e funcionario do povo e dos trabalhadores que pagam impostos e sabem bem disto assim como teem menor salario que a iniciativa privada e trabalham mais , e sao extremamente eficientes , la sim posso afirmar que o funcionario publico e exemplo , aqui se tem nao me foi apresentado , gostaria de conhecer …..

  27. E também o pessal se esquece que há serviços incomparáveis com a iniciativa privada. Serviços que SÓ podem ser prestados por agentes públicos, como a atividade-fim legislativa, judiciária, fiacalizadora (Tribunais de Conta e Ministério Público), de segurança (polícias e forças armadas). E como disseram abaixo,dinheiro sonegado pela iniciativa privada é dinheiro público apropriado. Não tem santo, amigo. Por um acaso, sabe o que é DUMPING SOCIAL? Pesquise!

  28. Caro, Chico. Eu não faço confusão. Estou tentando desfazer a confusão. Nem tudo do serviço público é ineficiente e ruim. Estou tentando tirar essa pencha. Assim como nem tudo do serviço privado é bom. Olhe os dados do SEBRAE, em que 54% das empresas fecham após 4 anos do registro. O serviço privado é absolutamente ineficiente e muitas vezes, contam com dinheiro público subsidiado. Ser ineciciente é característica da má formação brasileira. No entanto, concordo que há dinheiro jogado no lixo pela ineficiência dolosa da gestão pública. Mas é casuística. Concordo que

  29. Continuando, não é porque não exista o serviço ou bem para todos que nós precisamos de um governo que “produza” isto que é limitado, para todos. Na verdade, a existência da CARIDADE INDIVIDUAL E ESPONTÂNEA é a solução para o sofrimento do necessitado, não a terceirização de bondade por um grupo de anjos do bem, vulgo governo, que apenas encarece e distância o real potencial que temos de uns ajudarmos os outros. Acontece é que somos egoistas, e preferimos fingir que um “governo bonzinho” resolve a miséria e assim não precisamos passar o sofrimento de botar a mão no bolso para dar ao próximo..

  30. “As “regalias” do serviço público são dadas com dinheiro público e as do serviço privado não.”. Depende. Entendo que se uma empresa sonega impostos e remunera regiamente seus funcionários, estas regalias são dadas com dinheiro público sim. Com aquele que deveria entrar para o erário público e nunca entrou. E o que, afinal, seria regalia? O que o diferenciaria de uma garantia de serviço público impessoal?

  31. Esquecem que o MPF é serviço público, esquecem que o Moro é Juiz Federal, esquecem da Polícia Federal. Sou do MPF e da área de TI, conheço pessoalmente os procuradores e servidores que assessoram estes. Dias atrás um projeto de correção salarial foi duramente criticado aqui. Estranho para quem defende meritocracia criticar uma maneira de melhorar os quadros destas instituições. São hipócritas, quando precisarem da justiça e da polícia por favor sejam coerentes e chamem o Batman!

  32. Caro amigo, sua visão me parece dominada, com dificuldade de ver além do ar que você respira. Com respeito e desejo que veja o que não vê ainda. Veja, a sua ideia de “o que fazer quem é pobre e não convênio” é aplicada hoje, embrionariamente, para dar casa “a todo pobre que não consegue pagar parcelas”, terras “a todo pobre que luta no MST”, etc, etc. Reconhecer que, devido a finitude de recursos, não haverá para todos é apenas uma constatação, não pode ser argumento para uma entidade abstrata “governo”, tirar da cartola o serviço ou produto para todos… contimuo no próximo

  33. Muito bons esses textos do tio Barnabé (com a possível ressalva do f faria, 10 minutos atrás — não entendo o que ele escreveu, mas parece mortalmente sério). A propósito: agora que o Antagonista está ficando chique, está na hora de implantar uma estrutura para a área de comentários mais chique também.

  34. Piada ou Barnabelismo (ignorância)? Expressou desconhecimento do que falou (porque não te calas?). Há que se separar o joio do trigo e, como em todas as áreas, exigir produtividade e meritocracia. Não se deve ser preconceituoso, intolerante e generalista, sobretudo com inverdades, como é verificável caso se aprofundo no tema e faça a lição de casa sugerida no comentário de f faria: “Lição de casa: diferenciar regime jurídico-administrativo de regime trabalhista. Competência material. Especializada x Residual. Arts. 114 x arts. 37 e 109, ambos da CF. Súmulas 137 e 218 do STJ.”

  35. Ainda aguardo as propostas do Chico Ungunya para melhorar a eficiência do serviço público. Para Carlos pq – sim, existe muito disso sim. Mas isso existe no sistema privado, onde, reza a lenda, imperaria a tão badalada meritocracia. Subir na vida e querer ficar no topo hierárquico é do ser humano, seja funcionário público ou privado. E você deve ter plano de saúde. Mas… o que faz o pobre, sem dinheiro para plano ou pagar hospital, quando cai doente? Para “Para Adriana” – concordo integralmente. Passar em concurso é apenas uma fase. O mérito deve se avaliado também no exercício do cargo.

  36. Não obstante a confußão técina do texto, cabem algumas reflexoēs Há muitas crendices sobre iniciativa pública e privada. É impossível estabelecer correlaçoes em funções tão díspares nos dois modelos. O “bar do Ceará” faz parte da iniciativa privada, assim como o Grupo Pão de Açúcar. O lixeiro do Município de Piraporinha é agente público assim como o Juiz Sérgio Moro. Alguns trabalham mais, outros menos; uns com efetividade, outros não; uns com regalias, outros sem nenhuma. Isso em ambos os modelos. Sobre o texto, favor consultar um jurista.

  37. Agora vai chover servidor “indignado” com maus tratos (críticas) á sua tetinha governamental. Não adianta, pode ser contra o PT, o lula e a Dilma. Quando se entra em uma mentira histérica projetiva onde só defende o próprio umbigo (a própria teta) é porque já perdeu a alma para o demonio. Ou seja, o servidor até enxerga o problema do PT e CIA, mas como foi comprado por benesses de concurso, que fizeram-no dedicar anos de esforço em estudo, nunca mais vai ter o distanciamento emocional para poder identificar que é parte constituinte do problema da nação brasileira de hoje.

  38. Adriana, fui servidor público por mais de 5 anos e posso dizer que a verdade não está do vosso lado, mesmo que respeite sua opinião. Compreendo que é muito difícil criticar a própria posição, o que geraria grande desconforto entre o conflito moral, mantendo o trabalho que lhe dá benefícios preconcebidos óbvios perante a iniciativa privada, e o pedido de demissão, com resolução do conflito moral mas perda de tudo o que conseguiu com luta e estudos. O fato é que não é porque você estudou muito e passou em concurso que você pode justificar todas as regalias

  39. Algumas verdades com pitadas de aberrações jurídicas. Quem escreveu esse texto? Parei quando li Lei 8.112/90 junto com reintegração pela Justiça do Trabalho. Lição de casa: diferenciar regime jurídico-administrativo de regime trabalhista. Competência material. Especializada x Residual. Arts. 114 x arts. 37 e 109, ambos da CF. Súmulas 137 e 218 do STJ. Depois de estudar bonitinho, voltem a escrever. A ideia aqui é boa, o problema é a arrogância.

  40. EXCELENTE TEXTO! Parabéns! Fui médico do SUS por alguns anos e pude reviver a desgraça do submundo do serviço público: muitos chefes, poucos “colaboradores” não chefes sonhando em serem chefes, com o objetivo principal de ganhar bem e trabalhar pouco, com um potencial secundários de “fazer algo pelo país” que justifica toda e qualquer gritaria de “melhora das condições de trabalho e remuneração” para um “país mais justo”. O serviço público me dá náuseas. Tem de ser abolido. Pelo menos na saúde. Sim! Quero o melhor para as pessoas querendo o fim da saúde pública gratuita!

  41. Chico Ungunya, qual a sua idéia então? Participe produtivamente e não se limite a alvejar críticas . Demissão. OK. Mas como, por que é por quem? Tudo vai depender de fiscalização e vigilância.

  42. Olha, parabéns por essa postagem, independente do assunto, a colocação das palavras e a descrição do assunto foi fantástica.

  43. Demissão eu acho pertinente, muito mais do que impedir reajuste. Sim, se tivéssemos critérios efetivos de avaliação de produtividade no setor público , poderíamos, sim, implantar a demissão pela ineficiência. A menção a uma Corregedoria externa foi uma expressão a falta de outras, pois imagino um efetivo controle social, e não por servidores públicos. Poderia usar o termo Auditoria externa para designar a mesma idéia de um controle externo ao funcionalismo público.

  44. Tio Barnabé pode ser muito útil à Polícia Federal, ao assessorar os policiais durante os depoimentos dos barnabés do RH. No caso, sobre as admissões ilegais sem concurso público, o fenômeno do “Gereu” (o gerente de si mesmo), o estranho silêncio dos funcionários de estatais (alguém viu alguma declaração pública da Associação de Funcionários da Petrobras contra a corrupção?), etc. Tio Barnabé pode indicar quando estão mentindo, e traduzir o que estão dizendo. O lulopetismo montou o maior esquema de desvio de dinheiro público do mundo, às custas de gigantesco aparelhamento da máquina pública.

  45. Chico Ungunya 14 minutos atrás A política de não reajustar o funcionalismo nos mandatos de FHC, foi a maior benção a nação, não adianta Adriana, servidores jamais nos dão o retorno pelo qual lhes pagamos regiamente. Este pensamento é muito estúpido. Se não trabalham adequadamente, então tira salário. E aí é que tudo vai para o buraco, num círculo vicioso. Que tal aumentar a cobrança? Corregedoria externa, por exemplo?

  46. Já fui funcionário publico. Saí demitido por não ter os amigos certos e esperar razoabilidade das instâncias superiores. Meu crime? Abandono de função com pedido de licença sem vencimentos protocolado e sem decisão por meses. Era só me darem a licença é tudo se resolvia, pois tinha me comprometido a devolver (e de fato devolvi) os pagamentos indevidos. Se soubesse dessa má-fé contra mim, eu não devolveria nada até me executarem judicialmente. Peguei nojo, especialmente da casta superior, que usa a lei conforme seu gosto. Vi outras injustiças e concluí: puxa-saquismo é o que paga nesse ramo.

  47. Concordo integralmente com os comentários da Adriana. Há mazelas no serviço público , sim, mas uma grande parte trabalha em condições precárias e é hostilizada por esse discurso amplo do “não querem nada com a hora do Brasil”. O servidor encontra diversos entraves no trabalho e ainda leva a pecha de preguiçoso e ineficiente. Temos que valorizar o servidir público e cobrar eficiência e não debochar sem conhecer exatamente a realidade. Aliás todos dependemos do servidor público e ele não pode ser simplesmente ignorado ou desprezado.

  48. Concordo com a Adriana. No Brasil o único sistema que funciona é o concurso público. Veja STF (nomeados pelo “mérito”) e a 1° instância (dos concusados, como Moro). Não dá para generalizar.

  49. Eu não tenho medo. Não teria medo do mercado. E acredito sinceramente que a estabilidade protege a sociedade Mas muitos colegas estão assustados. Um dos motivos é esse tipo de discurso. De quem acha que sabe tudo do serviço público, sem saber coisa nenhuma. Se querem fazer parte dos que causam resistência e divisão, tocando o terror sem necessidade, continuem assim

  50. Ignorar que nosso serviço tem peculiaridades que exige prerrogativas diferentes é inútil e tiro no pé para a defesa do interesse público. E não temos só vantagens não, viu? Ao contrário do que se imagina, muitos trabalham sem receber hora extra, não temos data-base, há quem sofra muito com assédio moral de autoridades megalômanas, etc. Entramos ganhamos bem, mas a maioria das carreiras progride pouco. Não temos quase nenhum dos benefícios dos colegas que ingressaram em outros tempos, embora façamos o mesmo serviço e por aí vai. Essa crítica lugar-comum suas foi ridícula e só desanima a mu

  51. Que bobagem, Antagonista. Se não fossem os concursados, aí sim o PT teria aparelhado tudo e não sairia do poder nunca mais. Fiquem nos cargos de livre nomeação, por favor. Se quiserem falar de concursados, a estabilidade é o pior item. Pelo motivo já exposto. Muito melhor passarem uma peneira nos direitos que temos. Alguns são prerrogativas justas, pois garantem também à sociedade um serviço mais impessoal e altaneiro. Mas alguns são imorais de fato. Como termos um regime próprio de previdência. Não somos diferentes dos demais aposentados, oras. Auxílio moradia etc.

  52. Esse é de fato o Brasil no século XXI: não formamos prêmio Nobel, não formamos cientistas, formamos Funcionários Públicos, é o que almejamos, é o que sonhamos e lutamos. Uma vez lá, somos intocáveis

  53. Quando se esgotar a capacidade de imprimir dinheiro ou divida, ja que a choldra ignara que carrega o piano nao tem mais nem salario para dar a metade para a barnabe” pa”tria, o que fara” o gestor ? Reducao dos dias trabalhados ( nenhum! ) em troca da reducao da (alt”issima e desproporcional!) mesada?

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