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Dilma, Mantega e a propina que desce redondo

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Em outro trecho da denúncia contra Guido Mantega, obtida por O Antagonista, o MPF reproduz e-mails de Marcelo Odebrecht que mostram a atuação direta de Guido Mantega para viabilizar os interesses da empreiteira.

O ex-presidente do grupo, que virou delator, entregou à Lava Jato vários e-mails novos para corroborar o envolvimento de Mantega, inclusive uma mensagem que fala da “sucessão do italiano”, ou seja, quando Antonio Palocci (o italiano) foi substituído por Mantega como interlocutor da Odebrecht no governo Dilma.

Em outra mensagem, de 2 de março de 2012, cujo assunto é ‘GM’, Marcelo diz a dois executivos do grupo que teriam claro apoio de cima. “Ele vai ver tb como nos ajuda a vir algo mais redondo embaixo. Vamos em frente!”

Em seguida, em outro e-mail, Marcelo diz que Mantega lhe perguntou sobre o “estádio SP”, em referência à Arena Corinthians, erguida pela Odebrecht.

“Disse que estava travado no BB. Ele queria chamar Dida na hora”, escreveu, em referência a Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras – que está preso em Curitiba.

Como se sabe, o dinheiro para o estádio acabou saindo da Caixa, por ordem de Dilma Rousseff. Aliás, é inexplicável que Mantega e Dilma ainda estejam soltos.

 

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