Dilma sofre com o efeito Macri

Luis Diaz, secretário-geral do partido Ação Democrática, de oposição a Nicolás Maduro, foi assassinado durante um comício na quarta-feira.

Dilma Rousseff, ora vejam só, condenou em nota o assassinato e pediu que Nicolás Maduro garantisse a lisura das eleições no dia 6.

A petista vazou para a imprensa que está “incomodada” com o que ocorre na Venezuela. Mentira. Ela teme é que o novo presidente argentino Mauricio Macri cumpra a promessa de exigir que a Venezuela seja suspensa do Mercosul — e com o apoio do Brasil, o que a colocaria numa tremenda saia justa com a esquerda latino-capadócia-americana.

Na semana passada, Dilma Rousseff enviou Marco Aurélio “Top Top” Garcia a Caracas, para dizer a Maduro que ele deveria segurar a onda, mas, pelo jeito, o chofer de busão transformado em caudilho não deu ouvidos aos apelos petistas.

O entourage de Mauricio Macri saudou com ironia a nota de Dilma Rousseff, com um “bem-vindo”.

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