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Dinheiro, poder e sexo

Na Lava Jato, réus falam que pagavam ou recebiam propina porque era a “regra do jogo”, como se nunca tivessem pensado no que estavam fazendo.

O Globo perguntou a Graham Brooks, professor de Anticorrupção e Criminologia da University of West London, que estuda o caso brasileiro, se isto é possível.

“Não, todos sabiam que estavam cometendo crimes. Caso contrário, não teriam motivos para esconder a corrupção. É claro que foi exposta a parte da cultura da corrupção na Petrobras. Eu gosto do termo ‘propinocracia’ usado pelos procuradores. Mas quem pratica corrupção racionaliza, sim, esses atos de antemão. Não só por dinheiro, mas por poder e até por sexo. Às vezes pelos três.”

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