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A discrição de Emílio Odebrecht

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Assim como a OAS, a Odebrecht orientou seus funcionários a fazerem reformas de R$ 700 mil no sítio de Atibaia, em favor de Lula, com a “maior discrição possível”.

Os operários não usavam uniforme. Em suas alegações finais no processo, Emílio diz que o objetivo era “resguardar a imagem do grupo de eventual exploração política ou reputacional”.

“A reforma do sítio seria uma forma de retribuição ao ex-presidente da República em sua atuação em prol da organização, uma vez que Lula sempre teve boa vontade de ouvir pleitos da Odebrecht”, diz o documento, entregue hoje pela defesa.

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Comentários

  • Mauricio -

    Muito mais que boa vontade em ouvir, mas em favorecer. Esses eufemismos... Eu riria se não tivesse sido tão oneroso para o meu bolso (e de todos os contribuintes).

  • José -

    Obras nas ditaduras e em todas as obras a propina. Não havia pteba triste, era só alegria de mamando a caducando

  • Evj -

    Vergonha na cara zeeeero!

Ler 23 comentários