Disputa de malas

O deputado petista Jorge Solla, da Bahia, diz na CCJ da Câmara que se juntarem as malas de Michel Temer, elas serão maiores do que a de Geddel Vieira Lima.

E se juntássemos as malas petistas?

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  1. Desde pequeno, o obstinado e mimado Bedel era dono de uma verborragia peculiar, redundante, cujo significado sempre poderia ser resumido por uma ideia fixa: “grana”.
    Ainda jovenzinho, fanático por refrigerantes e filmes de bangue-bangue, só pensava em ser o bandido mais procurado da nação. Ia até a igreja com um lenço encobrindo o nariz e a boca só para roubar o dinheirinho da caixinha do altar e comprar maria-mole. Quando adolescente não era muito chegado aos estudos. Ainda como aluno do colégio arquidiocesano, o gordinho Bedel profetizava, a quem perguntasse que iria seguir os passos do pai, um parlamentar nada religioso:
    — Meu pai me disse que eu sou o futuro dessa nação.
    Os outros garotos não conseguiam disfarçar o mal-estar. Caíam na gargalhada, invariavelmente.

  2. Um belo dia Bedel desceu de seu Opala verde, rodas tala larga, e foi direto conversar com um dos colegas da sua sala. Estava nitidamente ansioso:
    — Preciso melhorar as minhas notas, ou então… meu pai corta a minha mesada e a gasolina.
    — Não vou carregar nenhum vagal nas costas.
    — Deixa de ser chato! Quebra essa! Tá russo pro meu lado, colega! Põe o meu nome no trabalho.
    — Sou muito rigoroso na hora de selecionar os colegas de grupo! Posso te fazer uma pergunta?
    — Claro, colega!
    — O que você vai ser quando crescer?
    — Essa é fácil: Político! De bolso e mãos cheias. — respondeu, sem pestanejar.
    — Tem cara, mesmo.
    — Passei no teste? Tô dentro?
    — Sai fora, bicho! Você parou na contramão!
    — Entendi o seu ponto. Gosta de compor, não é?
    — Um pouco. E daí?
    — Que tal melhorar… as notas?
    — Garoto in-su-por-tá-vel! Do que você está falando?
    — É preciso facilitar o lado das pessoas, como se não houvesse amanhã…
    — Hein?
    — Se você quiser parar para pensar… vai colocar meu nome lá.
    — Na verdade não dá… seu plagiador!

  3. — Dá sim. Aqui! Isso é só uma gota d’água… — o folgado balançava algumas notas verdinhas na cara do artista.
    — O que é isso, Bedel?
    — Um grão de areia! É como a banda toca.
    — Suíno, um dia você vai acordar velho, gordo e careca, vendo o sol nascer quadrado dentro desse carrão sugador de gasolina, estacionado do lado errado da calçada!
    — Será? — duvidava Bedel, crente na blindagem do automóvel do papai.
    — Rapa fora, seu mala! Vai encher o tanque… noutro posto!
    — Eu moro com os meus pais! Pego o carro deles emprestado… a hora que quiser.

    Bedel sentia que era mesmo diferente, um incompreendido, e que ali não era o seu lugar. Contrariado, saiu acelerando o Opala verde com tudo, cantando pneus rua abaixo. Mas sem se dar por vencido.
    “Cedo ou tarde vou me vingar desses bichos-grilos! Vou fazer miséria e comédia com as suas leis. Um festival!”, pensou, sentindo o amargo veneno do rancor maltratar o seu fígado inflamado.
    Aquele garoto perebento e lesado bebia muita Coca-Cola. Segundo o seu médico particular, um problema da sua geração.
    (…)

  4. Ehhhh brasilerada véia…

    Quem não conseguir vazar pra miami, canada, australia ou outros portos que abrigam brasilerãos fugidos…

    Tão é feódidos! Ser obrigado a viver nessa josta pela vida inteira é tortura pscologica da braba…

    Esse país tá igual titanic, só afundando enquanto a sinfonia ainda toca…

    Parabéns por serem tão otá rios! Continuem deixando os bandidos vos governarem…

  5. Uma das questões mais polêmicas envolvendo o BNDES e a JBS foi o formato escolhido pelo banco para emprestar dinheiro ao frigorífico para compra da americana Pilgrim’s, em setembro de 2009.
    .
    Com a aquisição, a JBS se tornou o maior frigorífico do mundo. O BNDES não fez um financiamento clássico, estabelecendo pagamentos mensais e datas de vencimento. A opção escolhida pelo banco de fomento foi comprar quase R$ 3,5 bilhões em debêntures (títulos de dívida) emitidas pela JBS e conversíveis em ações. Ou seja, em vez de receber o dinheiro de volta no vencimento final da dívida, o banco se tornou acionista da empresa.
    .
    A rapidez com que a operação foi aprovada pelo banco na época também gerou desconfianças.

  6. Alguém tem o novo telefone do temer???

    Como o rochinha ta imobilizado em casa, eu quero me colocar a disposição para carregar mala a um preço bem bem acessível. Só 5% do valor declarado na mala.

    estou precisando de dinheiro.

  7. Não tem nenhum santo nessa história. Se o plano de Temer/Joesley tivesse dado certo, seriam 960 malas de 500 mil por 20 anos. Legal, né? Só dividir 480 milhões por 500 mil.

    1. Levantamento da ONG Contas Abertas mostra que, entre 2002 e 2013, o BNDES liberou um total de R$ 12,8 bilhões para as empresas do grupo J&F, que reúne os investimentos da família Batista.
      .
      Isso dá 25.600 malas de 500 mil, em 11 anos. E foram efetivamente pagas. Não ficaram só na promessa.

  8. COMO AS MALAS QUE O LULADRÃO CONSEGUIU LEVAR PRA ROMA SEM FISCALIAÇÃO DA RECEITA FEDERAL COM A AJUDA DO DELEGADO PF-EM GUARULHOS LUIS VANDERLEI PARDI–ESSE DELEGADO DEVERIA SER PRESO—-SERIA O MOMENTO CERTO ,ÓTIMO PRA PRENDER LULADRÃO-EM FLAGRANTE

  9. Mala é mala em qualquer lugar em qualquer partido. Sabemos que todos esses imprestáveis desviam recursos públicos e todos, sem exceção, devem ser eliminados, nem me importa como. PMDB e PT são a mesma coisa, basta ver as manipulações de congresso e senado. E o PSDB vai dançar por causa do Aécio. 2018 será muito interessante. E nossos ilustres e inúteis políticos vão se esconder por trás de outros partidos, até mesmo mudando o nome destes. Todos de olho ! E o fato do MBL se silenciar, me deixa profundamente decepcionado. A lei vale para todos, não importa a origem da me.rda.

  10. E psdbistas e de todos os istas, que tal? Vai dar o PIB brasileiro! A velha piada diz tudo: político extrangeiro para o brasileiro – tá vendo aquela ponte ali? 5% tá no meu bolso. E o brasileiro _ tá vendo aquela ponte ali?
    Que ponte? Pergunta o extrangeiro
    Pois é, 100% tá no meu bolso, responde.