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'Dobrem a língua, lulólatras', diz Ernesto Araújo no Twitter

Dobrem a língua, lulólatras, diz Ernesto Araújo no Twitter
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Ernesto Araújo acaba de publicar uma série de tuítes “só para recordar como era a política externa da Era Lula”.

“Hostilizar os EUA e a Europa, ignorar o Japão, discriminar Israel, desvincular o Brasil dos países desenvolvidos e das democracias, fechar a América do Sul para criar um bloco coeso de corrupção, terrorismo e crime, confraternizar com antissemitas, financiar ditadores, defender na ONU a agenda antivida e antifamília, perder acordos comerciais, abandonar nossos exportadores e investidores para não incomodar os aliados na Argentina e Bolívia, desindustrializar o país, ser chamado de anão diplomático, ajudar Chávez e Maduro a destruírem a Venezuela, adotar atitude submissa diante da China, ofender a África, falar de paz e cooperação para esconder a roubalheira, desprezar o sentimento conservador e cristão do povo brasileiro etc.”, disse o chanceler em sua longa lista.

Ernesto acrescentou ainda: “Então, prezados lulólatras: dobrem a língua antes de falarem da nossa política externa (…). Aqui não é Lulaland, aqui é Brasil”.

Ao que parece, é o mesmo Ernesto Araújo que em 2011 estava exaltando a luta armada de Dilma Rousseff contra o que, na época, considerava ditadura militar.

O lulólatra virou bolsólatra —de modo totalmente desinteressado, por certo.

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