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Dodge contra abertura do celular-bomba pela CPI do BNDES

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Raquel Dodge pediu ao Supremo para manter a decisão que impediu a CPI do BNDES de abrir o celular de Francisco de Assis e Silva, ex-diretor jurídico da J&F.

Os parlamentares querem entender como o grupo foi favorecido com empréstimos durante os governos petistas, mas a defesa do ex-diretor diz que, como advogado, ele tem direito ao sigilo de suas comunicações.

Dodge afirmou, em manifestação, que o sigilo é objeto de discussão pelo Tribunal Regional Federal da 1º Região, tribunal de segunda instância da Operação Bullish, que apura os financiamentos do BNDES para o frigorífico.

A procuradora-geral ressaltou que, se o TRF-1 constatar indícios de crimes nas mensagens de celular, o sigilo poderá ser quebrado pela CPI.

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Comentários

  • Teresa -

    O que será que há sobre GM nesse celular?

  • Uirá -

    Ué, então se o sujeito conversa com um ministro do STF ou do STJ para comprar uma sentença, a conversa está protegida pelo sigilo advogado-cliente, pois ele estava conversando em nome do cliente?

  • Annibal -

    A bandidagem que sigilo total...psiuuuuuu

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