Dodge, o retrocesso social e a estabilidade de funcionária

Raquel Dodge deu uma série de pareceres contra a reforma trabalhista, alegando “retrocesso social”, destaca a Folha.

A PGR une-se, assim, a juízes trabalhistas do sindicalismo de toga, para torpedear um dos poucos avanços obtidos no governo de Michel Temer.

Compreende-se: ao contrário dos mais de 12 milhões de desempregados brasileiros, a funcionária Dodge tem estabilidade no emprego e o seu salário é pago por quem arca com os encargos exorbitantes que pune empresários e trabalhadores da iniciativa privada.

Comentários

  • Chedes -

    Cada luta para o seu lado. O que não pode é simular emprego e salários as custas do erário público, para benefício próprio. Cadeia para os Bolsonaros também.

  • Geraldo -

    O trabalhador não perderá nada , pois continuará a receber salário, FGTS, férias e 13°. Quem perderá será o governo, que deixará de arrecadar dezenas de taxas embutidas no salário.

  • Geraldo -

    É fácil culpar o patrão quando se vive as custas da fonte inesgotável do dinheiro público. É fácil pra essas pessoas julgarem, pois quando a fonte começa a secar, tira da saúde educação e o

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