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Doleiro lança dúvidas sobre versão de Funaro de pagamento na CPI dos Fundos de Pensão

Doleiro lança dúvidas sobre versão de Funaro de pagamento na CPI dos Fundos de Pensão
BRASILIA, DF, 28.08.2019 - Lúcio Bolonha Funaro, Bndes - CPI - PRÁTICAS ILÍCITAS NO ÂMBITO DO BNDES, Tomada de depoimento do Sr. LÚCIO BOLONHA FUNARO - Empresário, - (Foto: Renato Costa/FramePhoto/Folhapress)

O depoimento de um doleiro lançou dúvidas sobre a versão do delator Lúcio Funaro de que pagou propina para evitar depoimentos na CPI dos Fundos de Pensão, de 2015. A divergência envolve o repasse de R$ 2,1 milhões que teriam ocorrido entre maio e julho de 2015.

Carlos Souza (o Tony), um dos principais doleiros da Lava Jato, confirma que foram feitas transferências para Funaro nesse valor, mas a CPI ainda não havia sido criada. Apesar de ter sido apresentado em abril daquele ano o requerimento para a comissão indícios de aplicação incorreta dos fundos de previdência, o colegiado foi instalado em agosto.

Essas movimentações fazem parte da linha de investigação da Operação Grand Bazaar: o empresário Arthur Pinheiro Machado (Nova Bolsa de Valores) tinha negócios com fundos de pensão e deu R$ 9 milhões para Funaro evitar os depoimentos de Wagner Pinheiro (Petros) e Antonio Conquista (Postalis). O destino final da propina seria o deputado Sérgio Souza, relator.

Conquista prestou dois depoimentos. Um deles em agosto de 2015, logo após os pagamentos, e no início da CPI, e outro em março de 2016.

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