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Dono da Precisa alega quarentena e pede novo adiamento à CPI da Covid

Depoimento de Francisco Maximiano, inicialmente marcado para esta quarta (4), já fora adiado para o dia 10; advogados pedem oitiva depois de 17 de agosto
Dono da Precisa alega quarentena e pede novo adiamento à CPI da Covid
Reprodução

Os advogados de Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, informaram nesta quarta-feira (4) que o empresário já retornou ao Brasil, mas pediram à CPI da Covid um prazo de 14 dias para ele que possa prestar depoimento, registra O Globo.

A defesa alega que esse tempo é necessário para que Maximiano passe por uma quarentena e pede que ele seja ouvido pelo colegiado depois do dia 17 de agosto. A princípio, o depoimento dele está marcado para a próxima terça, 10.

É a segunda vez que o dono da Precisa pede adiamento da oitiva: ele deveria ter sido ouvido hoje, mas argumentou na semana passada que estava em viagem à Índia. A CPI já havia tentado ouvi-lo duas vezes no início de julho, antes do recesso parlamentar.

A Precisa representava no Brasil o laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolveu a Covaxin —a vacina contra Covid mais cara a ter negócio fechado com o Ministério da Saúde. O negócio entrou na mira da CPI e, após suspeitas de irregularidade, acabou suspenso.

Em julho, a Bharat anunciou o fim do acordo com a Precisa e disse não reconhecer a autenticidade de dois documentos enviados pela empresa brasileira ao ministério com uma suposta assinatura do laboratório indiano.

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