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Dono da Precisa reitera pedido para que tenha direito de faltar à CPI

A defesa de Francisco Maximiano alegou ao STF que ele figura como investigado na comissão e, por isso, tem o direito de não comparecer à sessão
Dono da Precisa reitera pedido para que tenha direito de faltar à CPI
Reprodução

A defesa do dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, reiterou pedido para que o STF autorize o empresário a escolher se comparece ou não à sessão da CPI da Covid, diz a Crusoé.

“Os advogados sustentam que Maximiano figura como investigado na comissão e, por isso, tem o direito de faltar à inquirição. O escritório Figueiredo & Velloso voltou a acionar a corte após o relator da CPI, Renan Calheiros, propor a requisição à Câmara e ao Senado de todos os registros de entrada nas casas de nomes supostamente envolvidos em irregularidades, como Maximiano e Frederick Wassef, advogado do clã Bolsonaro.”

Maximiano entrou no radar do colegiado por causa dos indícios de irregularidades no contrato entre a Precisa e o Ministério da Saúde para a compra da Covaxin.

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