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Doria, Gorinchteyn e Covas defendem Coronavac como 3ª dose para idosos

Nota técnica do Ministério da Saúde exclui vacina do Butantan como dose de reforço
Doria, Gorinchteyn e Covas defendem Coronavac como 3ª dose para idosos
Reprodução/Governo do Estado de São Paulo/YouTube

O governador João Doria, o secretário de Saúde Jean Gorinchteyn e o diretor do Butantan, Dimas Covas, defenderam nesta quarta (1º) a Coronavac como opção de dose de reforço em idosos, apesar de publicações científicas em contrário.

“Se há uma instituição aqui no país que se colocou distante, muitas vezes, daquilo que a ciência determina, a ciência orienta, foi o Ministério da Saúde do Brasil”, disse Doria, em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes. “A começar de um ministro que declara que máscara não é necessário em plena pandemia”, acrescentou, se referindo a Marcelo Queiroga.

Nota técnica recente do Ministério da Saúde não inclui a Coronavac como vacina recomendada para dose de reforço. Além disso, estudo preliminar da Fiocruz mostrou efetividade menor da Coronavac, em comparação com a vacina da AstraZeneca, em maiores de 80 anos.

No Chile, maiores de 55 anos que receberam Coronavac estão recebendo uma dose de AstraZeneca ou Pfizer como dose de reforço.

Gorinchteyn agumentou hoje na coletiva que qualquer vacina tem menos resultado em idosos.

Dimas Covas disse que a nota técnica do Ministério da Saúde traz um “posicionamento que é até mais político”.

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