Dos dólares de Cuba aos dólares do Congo

A Acrônimo descobriu algo que pode mudar o rumo das investigações.

A Época diz:

“A Pepper Interativa, agência de comunicação ligada ao PT e investigada na Operação Acrônimo, fechou no ano passado um contrato milionário com a Asperbras, empresa de tubos e conexões do interior paulista. Até aí nada demais. O detalhe é que o contrato foi fechado no Congo.

A nota não acrescenta mais nada.

Mas não é a primeira vez que a Asperbras se envolve com o submundo do PT.

A empresa é de José Roberto Colnaghi, investigado na CPI dos Bingos por seus negócios em Angola, financiados pelo BNDES.

Em 2002, na campanha presidencial, Colnaghi cedeu seu avião a Antonio Palocci. Outro avião de Colnaghi, segundo a Veja, foi usado para transportar caixas de uísque de Brasília para São Paulo, supostamente contendo dólares de Cuba para a campanha de Lula.

No mensalão, as remessas do Trade Link Bank, associadas a José Roberto Colnaghi, foram chamadas de Conexão Angola. Agora a Acrônimo pode ter descoberto a Conexão Congo para a campanha de Dilma Rousseff.

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