“É hora de serenidade, de temperança, de observância do racional, evitando-se atos extremos”

Marco Aurélio Mello, no despacho que restabelece o mandato de Aécio Neves, ainda discorre:

“A todos os títulos, há de prevalecer a autocontenção judicial, virtude essencial sobretudo em tempos estranhos. É hora de serenidade, de temperança, de observância do racional, evitando-se atos extremos. A deferência ao Senado da República, o respeito ao mandato eletivo surgem inafastáveis, não como dados a levarem à impunidade, mas em atenção ao sufrágio universal. O agravante foi eleito com 7.565.377 votos, ou seja, mais de 39% dos válidos do Estado de Minas Gerais.”

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