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'É incompreensível que Gilmar Mendes não se veja como um contribuinte comum'

Deltan Dallagnol comentou o pedido de abertura de inquérito contra Dias Toffoli e relembrou o episódio em que o STF barrou investigações sobre e esposas de ministros
É incompreensível que Gilmar Mendes não se veja como um contribuinte comum
Foto: Vagner Rosário/Crusoé

O ex-coordenador da Lava Jato Deltan Dallagnol comentou o pedido da PF de abertura de inquérito contra o ministro do STF Dias Toffoli.

No Twitter, Deltan relembrou o episódio em que a Corte barrou investigações fiscais sobre as esposas dos ministros Toffoli e Gilmar Mendes no Inquérito das Fake News, em 2019, alegando direcionamento.

O procurador afirmou que os auditores demonstraram que as fiscalizações seguiram critérios objetivos, como foi explicado pelo Sindifisco na ocasião.

“A fiscalização não tinha sido sugerida, pedida ou direcionada e não tinha qualquer relação com a Lava Jato, afastando a suspeita inicial infundada de que teria partido de procuradores“, disse Deltan no Twitter.

O ex-coordenador da Lava Jato relembrou trechos de uma nota do Sindifisco:

É incompreensível que Gilmar Mendes não se veja como um contribuinte comum, como qualquer outro brasileiro, suscetível de ter seu patrimônio e rendas verificados pela Receita Federal.”

Deltan diz que, apesar dos esclarescimentos, não há notícia de que o STF tenha revertido a suspensão das investigações.

Leia mais: Crusoé mostra como a corte do STF volta a ser palco de troca de farpas entre ministros, intrigas e até ameaças após o julgamento da reeleição no Congresso.
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