E Celso Daniel?

Salim Schahin, o patrono do Grupo Schahin, está confirmando à PF tudo o que Marcos Valério disse, na tentativa derradeira de delação premiada em 2012, sobre o empréstimo do grupo ao PT e o contrato bilionário de sondas da Petrobras recebido em contrapartida ao auxílio financeiro.

Falta apenas confirmar que o empréstimo de R$ 12 milhões pagou o silêncio de Ronan Maria Pinto sobre o assassinato de Celso Daniel.

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