ACESSE

É preciso anular o acordo do delator da Odebrecht

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Um delator da Odebrecht, Carlos Armando Paschoal, disse que foi “quase coagido” a entregar Lula no caso do sítio, confessando crimes cometidos por seus superiores.

Ele fez o relato em outro processo, ao ser questionado pelo advogado Igor Tamasauskas, que já advogou também para o PT (e para o terrorista Cesare Battisti).

É o efeito Verdevaldo, que se espalha pelos tribunais.

A melhor coisa a PGR pode fazer, diante desse fato, é anular o acordo de Carlos Armando Paschoal.

O relógio com a contagem regressiva para a soltura de Lula se aproxima do zero. CONFIRA

Comentários

  • Roberto -

    Que significa “quase coagido”?

  • Rafael -

    Toda essa movimentação é só porque pegaram o ‘Amigo do Amigo de meu Pai’?

  • Sandra -

    Tem que anular o acordo mesmo, se ele se acha "coagido" então responda pelos seus crimes sem acordo.

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