É preciso anular o acordo do delator da Odebrecht

Um delator da Odebrecht, Carlos Armando Paschoal, disse que foi “quase coagido” a entregar Lula no caso do sítio, confessando crimes cometidos por seus superiores.

Ele fez o relato em outro processo, ao ser questionado pelo advogado Igor Tamasauskas, que já advogou também para o PT (e para o terrorista Cesare Battisti).

É o efeito Verdevaldo, que se espalha pelos tribunais.

A melhor coisa a PGR pode fazer, diante desse fato, é anular o acordo de Carlos Armando Paschoal.

Comentários

  • Sandra -

    Tem que anular o acordo mesmo, se ele se acha "coagido" então responda pelos seus crimes sem acordo.

  • Jose -

    Mas esperar alguma ação exemplar de Raquel Dodge?

  • Salete -

    esse cara é quase honesto quase biba quase kgão quase quase é a mesma coisa que SE não diz nada pilantra safado

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