Eduardo Bolsonaro sobre “dialeto dos travestis” no Enem: “Não é requisito para ser ministro da Educação”

Eduardo Bolsonaro comentou no Twitter uma questão do Enem sobre o “dialeto secreto” utilizado por gays e travestis:

“Aviso que não é requisito para ser ministro da Educação saber sobre dicionário dos travestis ou feminismo.”

Em seguida, o deputado federal deu uma dica:

“Prezados estudantes, quando vocês forem ser entrevistados para um emprego ou estiverem abrindo um empreendimento aviso: sexualidade, feminismo, linguagem travesti, machismo e etc. terão pouca ou nenhuma importância. Portanto, estude também o que o deixará apto para a vida.”

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  1. Pois é. Enquanto alunos coreanos aprendem a programar em Java e Python, alunos daqui aprendem o linguajar de travestis de Salvador. Depois se perguntam porque nossa educação é tão ruim!

  2. Rapaz, qual relevância tem o dialeto dos travestis????? Coisa do PT. Que imbecilidade. Precisamos EXTINGUIR esse partido-seita !!

  3. A cor da realidade tem sido enevoada pelos tons ideológicos. Ilusão não combina com serenidade. Sem serenidade não há avanço e mudança.

  4. Isso é deprimente e odioso. Eu respeito os travestis como pessoas e pagadores de impostos que são. Mas eu não consigo ter respeito algum por quem elaborou essas “questões” do ENEM.

  5. Um absurdo atrás do outro. MEC, como todos os outros órgãos estatais, aparelhados pelo maldito partido das trevas e seus puxadinhos como PSOL e PCdoB. O Capitão terá muito trabalho para limpar.

  6. Dialeto de travestis??! Isso foi utilizado para formular uma pergunta no ENEM??! PQP!!! Será que é possível o Bolsonaro assumir a Presidência da República nesta semana para acabar com isto?

  7. Desaparelhar o MEC também deve ser uma prioridade. Temos uma legião de doutores e mestres de araque produzidos por um sistema de panelinhas ideológicas nas universidades públicas.

  8. Muito bem colocado. Esperamos que este tipo de coisa acabe logo. Aliás, estas últimas provas do Enem foram muito ideologizadas, resultado do aparelhamento.

  9. É preciso começar do zero. Sem Paulo Freire e outros mais (inclusive estrangeiros) que infestam o ensino brasileiro, com seus pensamentos esquerdosos.

  10. Só pelas alternativas loucas já dá para marcar a resposta correta. Mas essa questão é insana, não mede o conhecimento do aluno.

  11. Eduardo, apenas uma sugestão: faça um cursinho para redigir melhor, com maior clareza. Penso que acrescentará ainda mais à sua performance.

  12. Inacreditável. A que ponto o Brasil chegou. Zero preconceito, zero homofobia. Mas também zero importância conhecer uma estupidez dessa. Ensino a meus filhos a boa língua portuguesa.

  13. A supervalorização das chamadas culturas de periferia em detrimento das expressões culturais mais universais, reconhecidas por valores edificantes e superiores transformou o Brasil nesse lixo.

  14. É o fim da picada… A partir de 2019, frescura não fará parte do vocabulário do Estado brasileiro. Como disse o ov. esquerdo pro direito, vamos trabalhar que o patrão tá duro.

  15. Nossa! Eduardo Bolsonaro, a questão do enem era sobre interpretação do texto e não sobre a linguagem em si. Eduardo Bolsonaro precisa voltar à escola.

    1. Então interprete o que ele disse, pois a própria divulgação de um texto como esse, perante uma maioria, que não vai atras de saber como o público lgbtuvwxyz se comunica, é controverso.

  16. Dos filhos de Bolsonaro, é melhor deixar pra dar entrevista o Senador Eleito FLÁVIO, pois esse Eduardo só fala besteira. Será que não tem ninguém na equipe que aconselhe esse rapaz ?????????????

    1. Ser politicamente incorreto nesse país é “ofender” os sensíveis? Desde quando este assunto deve ser de conhecimento de todos? Ativismo lgbtuvwxyz tenta do pautar a maioria. É o cúmulo.

  17. o “professor ” que elaborou, ou recomendou, esta bosta, deveria ser imediatamente identificado e demitido por insuficiência intelectual!

  18. Ele é politicamente incorreto. Eu não estudaria essa matéria. Saber linguagem do ativismo lgbtuvwxyz não é pré-requisito pra nada, já que mais de 90% da população é cristã, conservadora.

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