Einstein demite funcionário que vazou senhas do Ministério da Saúde

Einstein demite funcionário que vazou senhas do Ministério da Saúde
Foto: Divulgação

O Hospital Albert Einstein comunicou nesta quinta (26) a demissão do funcionário responsável pelo vazamento das senhas de sistemas federais que violou a privacidade de pelo menos 16 milhões de pacientes com diagnóstico suspeito ou confirmado de Covid-19, informa o Estadão.

Segundo o Einstein, o colaborador, identificado como Wagner Santos, havia arquivado informações de acesso a determinados sistemas sem a proteção adequada. Ele era contratado para prestar serviços ao Ministério da Saúde e estava em Brasília.

Em nota, o hospital disse reiterar seu “seu compromisso com a segurança das informações e a proteção de dados e informa que já iniciou a apuração do incidente. Além disso, realizou o desligamento do colaborador por ter infringido as normas internas adotadas para garantir proteção e segurança de dados”.

O Einstein alegou ainda não ter acesso aos dados divulgados. “Eles ficam arquivados em uma base de dados do Ministério da Saúde e são usados em um programa de monitoramento da pandemia de Covid-19”, assinala o comunicado.

Entre as pessoas que tiveram dados pessoais expostos estão Jair Bolsonaro, João Doria e Eduardo Pazuello, além de outras autoridades

Leia, abaixo, a nota divulgada pelo hospital:

Nota à imprensa

São Paulo, 26 de novembro de 2020

O Hospital Israelita Albert Einstein tomou conhecimento na tarde desta quarta-feira, 25/11, que um colaborador contratado para prestar serviços ao Ministério da Saúde havia arquivado informações de acesso a determinados sistemas sem a proteção adequada. Estas informações foram removidas imediatamente e o fato comunicado ao Ministério da Saúde para que fossem tomadas medidas que assegurassem a proteção das referidas informações.

O Einstein ressalta que não houve divulgação de quaisquer dados pelo empregado e que o hospital não tem acesso a eles. Eles ficam arquivados em uma base de dados do Ministério da Saúde e são usados em um programa de monitoramento da pandemia de Covid-19. O colaborador estava inclusive locado em Brasília.

A organização reitera seu compromisso com a segurança das informações e a proteção de dados e informa que já iniciou a apuração do incidente. Além disso, realizou na manhã da quinta-feira, 26/11, o desligamento do colaborador por ter infringido as normas internas adotadas para garantir proteção e segurança de dados.

Leia mais: Quem acredita em “vacina do Doria” ou “vacina do Bolsonaro” precisa abrir os olhos.
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