ELEIÇÕES 2020: a corrida pela Prefeitura de Natal

A corrida pela Prefeitura de Natal tem senador na disputa, aliança entre PSDB e PDT e, como em outras capitais, militares e pastores entre os candidatos.

O atual prefeito, Ávaro Dias (PSDB), vai em busca da reeleição. Ele assumiu o cargo em 2018, quando o então prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) disputou o governo do estado, perdendo no segundo turno para a então senadora Fátima Bezerra (PT).

O PDT agora tem a vice na chapa de Dias: a advogada Aíla Cortez. A aliança é ampla e conta MDB, Avante, PL, Republicanos, Rede, DEM e PSD.

Em voo solo, o deputado estadual Hermano Morais (PSB), que está no terceiro mandato, tentará a Prefeitura pela segunda vez — em 2012, quando concorreu pelo então PMDB, ficou em segundo lugar. Ele já foi vereador de Natal quatro vezes.

A governadora Fátima Bezerra aposta na candidatura do senador Jean Paul Prates (PT), que era seu primeiro suplente e assumiu a vaga em Brasília justamente quando das eleições gerais em 2018. Jean não conseguiu aliança com nenhuma outra sigla.

Carlos Alberto, o Beto, é o candidato do PV, apoiado por Patriota, Cidadania, PMB e PTC. Ele concorreu ao governo em 2018, pelo PSOL, ficando apenas em quinto lugar.

Outro candidato que já tem eleições nas costas é Kelps Lima (Solidariedade), deputado estadual no terceiro mandato: em 2016, ele ficou em segundo lugar na disputa pela Prefeitura.

O Podemos, do senador Styvenson Valentim, lançou Afrânio Miranda, ex-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte. E o PSC está na disputa com o deputado estadual André Azevedo, ex-coronel da Polícia Militar.

Outro coronel que terá o nome nas urnas é Hélio Oliveira (PRTB), aviador da reserva da Aeronáutica, que conseguiu coligar com o PTB.

O PSL, que vai de mãos dadas com o PP, terá como candidato Sérgio Leocádio, ex-delegado da Polícia Civil.

Outros nomes colocados são o do auditor fiscal Fernando Freitas (PC do B), o do advogado e empresário Fernando Pinto (Novo) e o da pastora Jaidy Oliveira de Sousa (Democracia Cristã). O PSOL, contrariando a legislação eleitoral, lançou um grupo de quatro pessoas na disputa, mas teve que registrar, claro, um único nome: Nevinha Valentim.

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