ELEIÇÕES 2020: a corrida pela Prefeitura de São Paulo

A corrida pela Prefeitura de São Paulo neste ano terá mais de 10 candidatos.

O atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), tentará a reeleição, com a maior coligação até aqui, incluindo partidos como MDB, DEM, PSC, Podemos, Cidadania e PL.

O PSL confirmou a deputada federal Joice Hasselmann, que recebeu mais de 1 milhão de votos em 2018, tendo sido a mais votada da história. Nesta quarta-feira (2), o empresário Ivan Leão Sayeg, herdeiro da Casa Leão Joalheria, foi anunciado como seu vice.

Márcio França (PSB), que ocupou o governo de São Paulo quando Geraldo Alckmin licenciou-se para disputar o Planalto em 2018, desponta como o nome mais forte na oposição. Com o apoio do PDT, está sendo encarado como “o candidato anti-Doria”.

Ainda na esquerda, a candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) tem ganhado consistência, roubando fatia do eleitorado do PT, que acabou apostando no ex-secretário municipal de Transportes Jilmar Tatto.

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB) também está na disputa, defendendo “unidade no segundo turno em torno de quem chegar lá”. O ex-deputado Eduardo Jorge, que concorreu à Presidência em 2014 e foi vice na chapa de Marina Silva em 2018, é o nome do PV.

O deputado estadual Arthur do Val, o “Mamãe Falei”, está em pré-campanha pelo Patriota, tendo como vice Adelaide Oliveira, ex-porta-voz do movimento Vem Pra Rua. A chapa pode disputar público com o Novo, que confirmou o nome do empresário Filipe Sabará, que foi secretário de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de São Paulo na gestão Doria.

Ainda são incógnitas as candidaturas de Marta Suplicy (Solidariedade) — que pode acabar apoiando Bruno Covas — e de Celso Russomanno (Republicanos) — que vem sendo pressionado pelo partido a se lançar mais uma vez. Ambos têm espólio eleitoral considerável.

O PSD confirmou Andrea Matarazzo na corrida pela Prefeitura. E o PRTB, de Hamilton Mourão, vai tentar emplacar o folclórico Levy Fidelix como “candidato bolsonarista”. Já a Democracia Cristã provavelmente terá Major Costa e Silva como opção.

Ainda pode aparecer como alternativa aos paulistanos o advogado Marcos da Costa (PTB), ex-presidente da OAB em São Paulo.

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