ELEIÇÕES 2020: a corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro

Ainda há muita ponta solta na corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro neste ano, mas algumas candidaturas já estão bem garantidas.

O prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) tentará a reeleição. Já que o partido dele hoje abriga Rogéria Bolsonaro, ex-mulher do presidente, e os filhos Carlos e Flávio, Crivella espera poder se vender como “o candidato do Bolsonaro”.

Conseguiu o apoio do PRTB, de Hamilton Mourão; do Solidariedade, do deputado federal Aureo Ribeiro; do Podemos, do senador Romário; do PP e de partidos menores, como PMN, Patriota e PTC.

O PSL estuda a possibilidade de apoiar Crivella, garantindo a vaga de vice na chapa. Um nome ventilado é o do deputado federal Luiz Lima. O vice-prefeito Fernando Mac Dowell, eleito com Crivella, morreu em 2018.

Também em busca de votos bolsonaristas na capital fluminense, o PTB colocou o nome da ex-deputada federal Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson.

O ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) é outro candidato. O PL desistiu da candidatura do Cabo Daciolo, candidato ao Planalto em 2018 pelo Patriota, e emplacou o vice de Paes, Nilton Cadeira, um dos fundadores do partido ainda comandado por Valdemar Costa Neto.

Paes atraiu o Cidadania, que acabou abrindo mão da candidatura do deputado federal Marcelo Calero, e fez alianças com PV, Avante e Democracia Cristã. E ainda sonha em ter no mesmo barco o PSDB, que, por ora, aposta na candidatura de Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro, mas atualmente inimigo da família.

O PDT estará no páreo com a deputada estadual e ex-delegada Martha Rocha. Ela caminhará junto com o PSB, do deputado federal Alessandro Molon, e tenta costurar aliança com a Rede, que, por enquanto, tem a candidatura própria do ex-presidente do Flamengo Eduardo Bandeira de Mello.

O deputado federal Marcelo Freixo não conseguiu sustentar sua candidatura pelo PSOL, que acabou lançando a deputada estadual Renata Souza, que foi chefe de gabinete da vereadora Marielle Franco, morta em 2018.

O PT, em voo solo até aqui, apostará na deputada federal e ex-governadora Benedita da Silva.

O PSD poderá lançar a candidatura do deputado federal Hugo Leal, tem o ex-presidente do BNDES e do IBGE Paulo Rabello de Castro no banco, mas acompanha com atenção a formação de alianças nos bastidores.

O MDB vai brigar pela Prefeitura com o vereador Paulo Messina, que foi secretário da Casa Civil de Crivella.

Há ainda nomes como o da ex-juíza Glória Heloiza, uma aposta da ala do PSC ligada a Wilson Wtizel, governador afastado do Rio; o da deputada estadual Enfermeira Rejane (PC do B); e o do candidato do Novo, Fred Luz, com o apoio, claro, do deputado federal Paulo Ganime, atual líder do partido na Câmara.

Outras duas mulheres estarão na corrida eleitoral: a deputada federal Clarissa Garotinho (Pros), filha do ex-governador, e a presidente nacional do PMB, Suêd Haidar Nogueira.

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