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Eleições 2022: disputa em SP depende de Tarcísio e de costuras entre PSB e PT

Fernando Haddad insiste em ser candidato, mas partido de Márcio França diz que somente vai encabeçar aliança com Lula se ex-poste desistir
Eleições 2022: disputa em SP depende de Tarcísio e de costuras entre PSB e PT
Foto: Bruno Rocha, Cesar Ogata, Adriano Machado/Crusoé

Faltando menos de nove meses para as eleições de 3 de outubro, o cenário na disputa estadual de São Paulo ainda depende de uma série de costuras envolvendo os principais candidatos ao Palácio dos Bandeirantes.

A principal dela diz respeito à participação de Fernando Haddad (PT) e de Márcio França (PSB). Haddad (foto, no centro) insiste em ser candidato, mas o PSB afirma que somente vai se aliar ao PT caso o eterno poste abra mão de sua candidatura em nome de França (foto, à esquerda). O socialista é um dos principais aliados do presidente do PSB, Carlos Siqueira.

Siqueira, inclusive, tem comprado brigas dentro do PSB em favor dos projetos capitaneados por França.

Além deles, uma outra indefinição na disputa ao Palácio dos Bandeirantes é a candidatura do ministro Tarcísio de Freitas (foto, à direita). O auxiliar de Bolsonaro reluta em disputar o governo do estado e já afirmou a aliados que preferia lançar seu nome ao Senado por Goiás. Porém, o presidente da República tem insistido, sob a alegação que precisa de um palanque forte e fiel no maior colégio eleitoral do país.

Além destes, a disputa em São Paulo deve ter o atual vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB), nome endossado por João Doria, Vinícius Poit (Novo), Guilherme Boulos (PSOL) e Arthur do Val (Patriotas).

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