Em 2003, Marisa pensou em devolver jóias

Em 2003, a Folha publicou reportagem dizendo que Marisa Letícia queria abrir mão de jóias que havia recebido de presente da rainha Fátima, dos Emirados Árabes.

Leiam um trecho da matéria:

“A assessoria do Planalto argumentou que Marisa se encontrava em país estrangeiro, de cultura diferente da republicana, e não poderia explicar o motivo pelo qual não poderia aceitar o presente. O destino das jóias será anunciado formalmente pelo Palácio do Planalto e uma explicação deverá ser enviada por via diplomática aos Emirados Árabes. Segundo o Planalto, ela não vai recusar as jóias, que já foram aceitas. Simplesmente não as considera um presente pessoal, e sim um presente para o país.”

Embora fosse praxe que presidente e primeira-dama observassem o código de ética da administração pública a que estão subordinados ministros e dirigentes de órgãos públicos – proibidos de aceitar presentes de valor superior a 100 reais -, o então presidente da Comissão de Ética da Presidência, José Geraldo Piquet Carneiro, defendeu que Marisa ficasse com as jóias.

Pelo que vemos hoje, Marisa e Lula aproveitaram a oportunidade para mandar às favas toda praxe e qualquer resquício de ética.

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