Assine
Acesse
Acesse o Antagonista+ Acesse a Crusoé

Em decisão que cria jurisprudência, TSE considera rachadinha 'clara modalidade de corrupção'

Tribunal indeferiu nesta segunda (13) registro de Maria Helena Fontes, vereadora de SP acusada de montar esquema semelhante ao atribuído a Flávio Bolsonaro
Em decisão que cria jurisprudência, TSE considera rachadinha clara modalidade de corrupção
Abdias Pinheiro/ASCOM/TSE.

O TSE indeferiu nesta segunda-feira (13) o registro de Maria Helena Pereira Fontes, do PSL, candidata a vereadora que disputou as eleições em 2020 e é acusada de montar um esquema de rachadinha em seu gabinete quando era vereadora em São Paulo.

O caso servirá de jurisprudência para outros processos que envolvem acusações de rachadinha, como o do hoje senador Flávio Bolsonaro, acusado de se beneficiar de um esquema desse tipo quando era deputado estadual no Rio.

A decisão do tribunal foi unânime, e Alexandre de Moraes descreveu a prática como “uma clara e ostensiva modalidade de corrupção”. Em valores atualizados, os recursos públicos desviados pelo esquema envolvendo Maria Helena superam R$ 1,6 milhão.

LEIA MAIS na Crusoé; assine a revista e apoie o jornalismo independente.

Mais notícias
TOPO