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Em manifestação, Aras diz que serviços postais não podem ser privatizados

PGR se manifestou ao STF no âmbito de ação contra a venda dos Correios; ele admitiu, porém, 'desestatização da parte da empresa que exerce atividade econômica'
Em manifestação, Aras diz que serviços postais não podem ser privatizados
Divulgação/PGR

Augusto Aras se posicionou contra a privatização de serviços postais e do correio aéreo nacional da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, informou o Ministério Público Federal nesta terça-feira (6).

O PGR se manifestou ao STF no âmbito de uma ação direta de inconstitucionalidade apresentada pela Associação dos Profissionais dos Correios, que contesta a venda da estatal.

Segundo a Folha, Aras ratificou posição em que a PGR argumenta que a Constituição não permite prestação indireta dos serviços postais e do correio aéreo nacional. O procurador-geral admite, porém, a “desestatização da parte da empresa que exerce atividade econômica”.

O PGR pede que seja declarada a inconstitucionalidade parcial “a fim de retirar da força normativa do dispositivo legal a autorização de desestatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos apenas na parte em que ela executa os serviços postais e o correio aéreo nacional”.

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