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Em nome do gás

O governo boliviano resolveu amaciar com Michel Temer, informa a Folha.

O chanceler David Choqueuanca minimizou a convocação do embaixador José Kinn e negou que se trate de retirá-lo definitivamente.

“É fácil explicar o início do recuo boliviano: está para ser iniciada uma rodada de negociações sobre o gás que a Bolívia vende ao Brasil. O acordo vence em 2019 e o desejo boliviano é o de melhorar os seus termos.”

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