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Embaixador em Tel Aviv diz que parceria com Israel não tem objetivos definidos

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Para o embaixador brasileiro em Tel Aviv, Paulo Cesar Meira de Vasconcelos, a parceria do Brasil com Israel na gestão Jair Bolsonaro é “certamente promissora”, mas carece “de melhor definição de objetivos e de identificação de interesses e benefícios concretos”.

O embaixador teve sua remoção determinada pelo chanceler Ernesto Araújo na última sexta-feira, mas ele ainda permanecerá no cargo até setembro, segundo fontes ouvidas pela Crusoé.

Na visão de Vasconcelos, os esforços dos dois países até agora renderam “gestos simbólicos de forte apelo político, como o apoio oferecido por Israel após o desastre de Brumadinho e durante as queimadas da Amazônia”.

Os gestos, diz, não são suficientes para justificar parcerias de longo prazo:

“Será tarefa importante dos operadores da política externa brasileira estimular e implementar ações e projetos que garantam benefícios tangíveis e permanentes”, avalia em relatório entregue ao Senado Federal.

Leia na Crusoé.

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