Empresário vira réu na Lava Jato por pagar propina a Paulo Roberto Costa

O juiz Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal de Curitiba, aceitou denúncia da Lava Jato contra o empresário Humberto do Amaral Carrilho, da Dislub Equador, por corrupção de lavagem de dinheiro.

Ele é acusado de pagar R$ 1,7 milhão em propina para o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para garantir a assinatura de contrato de R$ 265,5 milhões com a estatal.

Na decisão, Bonat disse que as acusações “amparam-se em diversas provas”.

Segundo a denúncia, em troca do dinheiro, Paulo Roberto Costa trabalhou para que a Petrobras contratasse a Dislub Equador sem licitação. E depois operou para que o valor do negócio aumentasse de R$ 197,7 milhões para os R$ 265,5 milhões.

Os procuradores da Lava Jato também descobriram recibos de transferência de dinheiro entre a empresa de Carrilho e empresas de consultoria registradas no nome de Paulo Roberto Costa.

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