Erro de comunicação na reforma ajudou petistas

Parlamentares da base aliada estão convencidos de que o erro de comunicação do governo federal ao apresentar a reforma da Previdência, no ano passado, acabou dando sobrevida a vários petistas, que passaram a ter o que dizer da tribuna da Câmara e do Senado.

Comentou uma senadora a O Antagonista:

“O governo vendeu a reforma da Previdência, mas não conseguiu explicar de início para a população o que isso significaria. Foi tempo suficiente para dar gás à oposição.

Se não fosse esse erro grotesco de estratégia, muitos aí da esquerda estariam ainda mais perdidos neste ano eleitoral.”

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    1. Então pode comemorar, porque já foi igualado desde 2013. O servidor que quiser ganhar mais que o teto do INSS, precisa de previdência privada. Viu como realmente há um erro de comunicação?

    2. Dilma já fez isso, desde 2013.
      Os antigos recebem mais que o teto porque contribuem sobre o salário integral e não sobre o teto como todo mundo.
      Macaquinho amestrado.

  1. Afinal, nada os difere dos governos Lullarápio e Dillmaladra dos quais eram sócios e coadjuvantes privilegiados, exatamente pelos dotes de safadeza, malandragem, incompetência administrativa e muita competência corruptiva.

  2. A irresponsabilidade parece ter se tornado um padrão entre as lideranças políticas do País. Na vanguarda do atraso estão os parlamentares que representam os interesses dos servidores públicos.
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    Prevalece a fantasia segundo a qual o dinheiro público é infinito.
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    O maior exemplo dessa mentalidade é a Constituição, cujos múltiplos direitos e benefícios ali previstos excedem em muito a capacidade do Estado de atendê-los.
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    Uma crise como a produzida no governo de Dilma Rousseff não surge da noite para o dia; é resultado de uma tremenda vocação para o desperdício de recursos em nome de ilusões populistas.
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    O Brasil brinca com a sorte, mais uma vez, em razão de sua proverbial imprevidência. Trata-se de uma sólida cultura perdulária.

  3. Em 2014, o governo dizia que ia tudo bem. O candidato de oposição, Aécio Neves, dizia que a tragédia se aproximava. No final das contas, Aécio tinha razão. Até mesmo pelo simples fato de que os economistas dele eram bem melhores do que os do outro lado.
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    Em anos eleitorais, uma sensação de melhora da economia pode ter efeito decisivo nas chances de um candidato da esfera governista. Foi o que aconteceu com o Plano Real. Mais do que o sucesso na estabilização, a sensação de controle dos preços trouxe bem estar e confiança. O ambiente positivo impulsionou a candidatura de FHC.
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    Esta semana a taxa de juros caiu para 6,75%. Os reflexos da sequência de boas novas podem colocar a economia como vetor decisivo para o eleitorado em outubro e causar surpresas.