Escolhido por decisão política, futuro chefe da Petrobras diz que não cederá a pressão política

Escolhido por decisão política, futuro chefe da Petrobras diz que não cederá a pressão política
Foto: Alan Santos/PR

Indicado por Jair Bolsonaro para a presidência da Petrobras, o general Joaquim Silva e Luna disse em entrevista à agência Reuters que não cederá a eventuais pressões políticas.

Silva e Luna afirmou que pretende “valorizar a prata da casa” ao apontar executivos para os principais postos na estatal, cujo corpo técnico chamou de “excelente”. Declarou ainda que parte da diretoria atual poderá continuar, pelo menos em um primeiro momento de sua gestão.

O general também disse esperar que o governo encontre uma solução para evitar volatilidades de preços de combustíveis sem que a Petrobras pague a conta.

Bolsonaro demitiu o atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, por descontentamento com reajustes efetuados pela empresa —em momento de alta no petróleo— e medo de que eles afetem sua base eleitoral entre os caminhoneiros.

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