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Escutas indicam que milícia era avisada sobre operações no Rio

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Trechos interceptados de ligações telefônicas envolvendo milicianos de Rio das Pedras indicam que o grupo recebia com antecedência informações privilegiadas sobre ações policiais na região, informa o G1.

As escutas foram realizadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro com autorização da Justiça.

De acordo com denúncia do MP, um dos presos na operação de terça-feira, Manoel de Brito Batista, conhecido como Cabelo, que aparece fazendo ameaças em várias ligações, recebia informações de policiais e era responsável pela negociação e ‘pagamento de valores espúrios’, para que a milícia pudesse cometer crimes sem ser incomodada.

No total, 13 foram denunciados e cinco foram presos na Operação Os Intocáveis.

“O grupo é suspeito de comprar e vender imóveis construídos ilegalmente na Zona Oeste do Rio, além de crimes relacionados à ação da milícia nas comunidades de Rio das Pedras, Muzema e adjacências, como agiotagem, extorsão a moradores e comerciantes, pagamento de propina e utilização de ligações clandestinas de água e energia.”

Em conversa gravada, miliciano diz que é ele quem dá o dinheiro para a polícia

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