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Esquema na Eletronuclear envolveu empresas de outros países

Esquema na Eletronuclear envolveu empresas de outros países
Foto: CESTGEN/RJ

A Operação Fiat Lux, que tem como um dos alvos o ex-ministro Silas Rondeau, é desdobramento das operações Radioatividade, Pripyat, Irmandade e Descontaminação, que apuraram desvios de recursos em contratos da Eletronuclear.

A Lava Jato pediu também o sequestro de bens dos investigados e de suas empresas.

Segundo a investigação, a partir da colaboração premiada dos empresários presos na Operação Blackout, realizada em 2017, foi descoberto o pagamento de propinas em pelo menos seis contratos firmados pela Eletronuclear. Segundo o MPF, os recursos eram desviados por meio de subcontratação fictícia de empresas de serviços e offshores, que distribuíam os valores entre os investigados.

Os investigadores apontam que o pagamento de propina começou após o almirante Othon Pinheiro assumir a presidência da estatal.

Parte do esquema teria envolvido empresas no Canadá, na França e na Dinamarca. Por isso, o MPF solicitou a cooperação internacional e irá compartilhar o material da investigação com o Ministério Público desses países.

Os mandados de prisão estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Barueri (SP), Petrópolis (RJ) e Niterói (RJ).

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