A esquizofrenia das eleições de 2018

As eleições de de 2018 terão um “saldo esquizofrênico”, disse à Exame o cientista político Marcus André Melo, que já foi professor visitante de Yale e MIT.

“O curioso é que há uma demanda enorme por renovação, mas ao mesmo tempo há uma contra tendência que faz com que essas pressões se arrefeçam. Quem está no poder ainda tem uma vantagem competitiva muito forte.”

Sobre novos nomes e novos grupos dispostos a renovar a política, ele afirmou:

“Provavelmente, eles terão sucesso em determinados nichos. Eu imagino que esses movimentos façam algumas candidaturas importantes em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. A questão fundamental será a coordenação. Se não houver coordenação e concentração em algumas candidaturas, você pode ter um cenário de várias candidaturas que tem um apoio significativo, mas que ninguém é eleito.”

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