"Estão matando o cara"

Um vizinho do homem negro espancado e morto no Carrefour de Porto Alegre disse para o Estadão:

“Eu estava chegando no local na hora das agressões. Estava a uns 10 metros quando começou. Tentamos intervir, mas não conseguimos. A gente gritava ‘estão matando o cara’, mas continuaram até ele parar de respirar, fizeram a imobilização com o joelho no pescoço do Beto, tipo como foi com o americano.”

A agressão, segundo ele, durou cerca de 7 minutos:

“Quando viram que ele parou de respirar, eles se apavoraram. Chamaram a Brigada, que isolou ali e a Samu tentou reanimar. Revolta pela maneira que ele foi morto brutalmente. Ser humano nenhum merece ser agredido daquela jeito, ter a vida ceifada de maneira tão brutal, tão animal.”

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