"Estelionato sanitário"

“Estelionato sanitário”
Foto: Reprodução/YouTube/Bruno Covas

A Folha de S. Paulo, em editorial, chamou as medidas restritivas adotadas por João Doria e Bruno Covas, um dia depois do segundo turno, de “estelionato sanitário”.

“A rapidez em adotar a providência permite supor que ambos os mandatários tinham noção da gravidade prenunciada no repique da curva de Covid-19. Isso não impediu o candidato de afirmar ainda no sábado, véspera da segunda rodada, que havia estabilidade da pandemia na cidade de São Paulo.

Indícios como a alta de internações em hospitais públicos e privados já apontavam então na direção oposta. Nada se alterou tanto, em apenas 48 horas, para justificar a súbita recaída na precaução.

Postergar medidas imperativas e difíceis para depois de fechadas as urnas é um velho vício brasileiro, a principal modalidade do famigerado estelionato eleitoral.”

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