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“Eu não tinha garantia de entrega”, diz Pazuello, sobre negociações com o Covax Facility

Em setembro de 2020, o Brasil se juntou ao consórcio global, mas optando pela cobertura mínima de 10% da população
“Eu não tinha garantia de entrega”, diz Pazuello, sobre negociações com o Covax Facility
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou há pouco à CPI da Covid que optou pela compra da cota mínima de vacinas do consórcio global Covax Facility pela falta na garantia de entrega das doses.

“Não havia garantia de fornecimento. Era consumir um alto grau de recursos sem garantia de entrega. Era um consórcio que, dependendo do desenvolvimento, ele faria a entrega dos imunizantes”, disse Pazuello.

Os países pagantes sócios do Covax podem escolher o tamanho da cota, optando por vacinar de 10% a 50% de sua população. Em setembro de 2020, o Brasil se juntou ao Covax, mas optando pela cobertura mínima, de 10%. Como pagante, poderia escolher a de até 50%.

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