Ex-diretor da Andrade cita “matemática” da propina

Ex-diretor comercial da Andrade Gutierrez, Antonio Pedro Campelo relatou a Sérgio Moro o “padrão” no pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras e partidos políticos. Segundo Campelo, a propina já era incluída “na matemática” dos orçamentos.

“Era dado a entender que uma parte satisfaria o controle político da Petrobras daquela área. A Petrobras era dividida em esferas de influência. A área de engenharia era do PT, as de abastecimento e refino eram do PP e do PMDB.”

Campelo disse que a empreiteira enfrentou dificuldades para conseguir contratos na Petrobras, porque demorou para operacionalizar o pagamento de propinas.

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