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Ex-presidente do TJ da Bahia "estaria destruindo provas", diz MPF

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A prisão da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, ocorre 10 dias após ela ser afastada do cargo pela Operação Faroeste.

Segundo o MPF, “a magistrada estaria, conforme indícios reunidos pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal, destruindo provas e descumprindo a ordem de não manter contato com funcionários”.

Maria do Socorro é suspeita de integrar um esquema de venda de sentenças no tribunal, que permitiu a grilagem de terra no oeste da Bahia. Segundo o que se investigou, ela recebeu R$ 8,7 milhões entre janeiro de 2013 e novembro deste ano, sendo que apenas R$ 2 milhões compõem a rubrica de “pagamentos salariais”.

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Comentários

  • Rafael -

    Muitas vezes nem com ‘batom na cueca’ como esse medidas mais drásticas contra magistrados são tomadas

  • Paulo -

    NAO E SO ELES, TEM MUITO MAIS, PATRIMONIO, INCONPAVEL COM OS OTIMOS SALARIOS, E MESMO ASSIM, A ILICITOS, COMO EXPLICAR ISSO, PRO INVESTIDOR INTERNACIONAL, GARANTIA DE COMPRIMENTO DE CONTRATOS,

  • Maria -

    A Bahia,tem muita coisa errada na Justiça,esses Desembargadores só ajudam políticos .

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