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Ex-procurador-geral do Rio barrava investigação em véspera de ‘eventos políticos’

O ex-procurador-geral de Justiça do Rio Cláudio Lopes, preso na última quinta-feira, “fazia diversas intervenções” junto à equipe da Coesf.

A afirmação é de uma promotora do Ministério Público do Rio:

“Em diversas ocasiões, a partir de 2009, a depoente pôde perceber que o então PGJ, Cláudio Lopes, fazia diversas intervenções junto à equipe da Coesf sempre procurando saber informações acerca do andamento das investigações que envolviam secretarias estaduais, muitas vezes solicitando que o andamento das investigações aguardasse eventos políticos importantes acontecerem, tais como, votação de orçamento, eleição para governador etc., notadamente nas investigações da Saúde e naquelas referentes à refinaria de Manguinhos”, relatou a promotora em depoimento.

De acordo com a denúncia, Lopes recebia mesada de R$ 150 mil do esquema de corrupção montado por Sérgio Cabral.

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