Exclusivo: O pixuleco do “crédito podre”

No segundo mandato de Lula, a Emgea teve como superintendente-executivo ninguém menos que Dércio Guedes de Souza, dono da JD2 Consultoria. Dércio saiu da Emgea, mas deixou gente de confiança em cargos estratégicos.

Amigo-confidente de Carlos Gabas, Dércio é investigado por receber mais de R$ 7,2 milhões do esquema liderado por Alexandre Romano, o pivô da Operação Pixuleco 2, fase da Lava Jato que foi fatiada por Teori Zavascki, a pedido de Dias Toffoli, e enviada para a Justiça Federal de São Paulo.

Romano já disse que Gabas recebeu propinas do esquema, mas ele nega.

Gabas mantém sua mulher Polyana Mitidiero como assessora do presidente da Emgea, a estatal que vai entregar a algum agente financeiro uma carteira de R$ 3,3 bilhões em créditos inadimplidos por apenas 5%, ou R$ 165 milhões.

O processo, aliás, está sendo feito por carta-convite longe dos olhos da sociedade e dos órgãos de controle.

O homem do PT na Podrebrás

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