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Executiva nacional tenta mudar comando do Partido Verde

Executiva nacional tenta mudar comando do Partido Verde
Foto: Divulgação

Um manifesto assinado por 32 membros da executiva nacional do Partido Verde, incluindo Eduardo Jorge, tenta acabar com a dinastia do atual presidente, José Luiz Penna, que ajudou a fundar o partido nos anos de 1980 e comanda a legenda há 22 anos.

No texto, ao qual O Antagonista teve acesso, os membros da executiva falam em “fraco desempenho eleitoral dos Verdes” nas eleições municipais do ano passado e alertam para “o desafio da superação da cláusula de desempenho em 2022”.

A partir do ano que vem, partidos que não atingirem 2% dos votos totais nas eleições para a Câmara dos Deputados perderão o direito à verba do fundo partidário e ao tempo de propaganda na TV e no rádio.

“Propomos uma ampla mudança nos métodos e procedimentos empregados na administração interna do PV.”

Em seguida, os signatários do documento afirmam não concordar com nova prorrogação dos mandatos do atual diretório nacional e sugerem “estratégias políticas que conduzirão o Partido Verde frente aos desafios futuros”.

Nesta semana, O Antagonista revelou que Cidadania, Rede e PV poderão se unir em um projeto presidencial em 2022, embora, neste momento, haja mais resistências que concordâncias. Na ocasião, Penna disse que não pensa em fusão no curto prazo, mas não descartou alianças no ano que vem.

Eduardo Jorge, que foi candidato ao Planalto em 2014 e vice na chapa de Marina Silva em 2018, é um dos principais entusiastas da união entre os três partidos — leia aqui.

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