Executivo da Odebrecht pagou propina até em cabaré

Hilberto Mascarenhas, chefe do setor de operações estruturadas da Odebrecht, explicou os métodos para pagamento de propina a políticos.

No exterior, eram depósitos em contas offshore. No Brasil, entregas de dinheiro vivo, em mochilas com no máximo R$ 500 mil, para não chamar a atenção. Os locais? hotéis, bares, restaurantes e até cabarés.

“Se fossem valores pequenos, encontravam num bar, em todos os lugares. Você não tem ideia dos mais lugares absurdos se encontra (sic), no cabaré… Ele encontrava a pessoa, o preposto, ia lá e pegava.”

O Brasil é um imenso cabaré.

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