Executivos acreditavam que Eike fosse engenheiro

Durante uma viagem ao Superporto do Açu, em 2011, o então presidente da LLX, Otávio Lazcano, elogiava o brilhantismo do patrão Eike Batista como engenheiro. Sem qualquer pretensão de surpreendê-lo, esta repórter comentou que Eike deveria ser, então, um autodidata, afinal, havia abandonado a universidade antes de concluí-la.

Para minha surpresa, o executivo teimou que o patrão era formado, um estudioso, tinha, provavelmente, mestrado e doutorado. Não sabia que Eike abandonara o curso de engenharia, iniciado na Alemanha.

O executivo só considerou a possibilidade de estar errado depois que expliquei que o próprio Eike havia me dado a informação em entrevista.