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Exportadores de madeira pedem que investigação que mira Salles fique no DF

A Confloresta e a Aimex solicitaram que Alexandre de Moraes reconsidere o envio das apurações no âmbito da operação Akuanduba ao Pará
Exportadores de madeira pedem que investigação que mira Salles fique no DF
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Duas associações que representam exportadores de madeira pediram ao ministro do STF Alexandre de Moraes que reconsidere o envio das investigações no âmbito da operação Akuanduba, que mira Ricardo Salles, entre outros alvos, para a Justiça de Altamira, no Pará. 

A Associação Brasileira das Empresas Concessionárias Florestais (Confloresta) e Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará e Território Federal do Amapá (Aimex) solicitaram que o caso permaneça no Distrito Federal. 

Moraes autorizou a transferência na última terça-feira (20), após pedido do delegado da Polícia Federal Franco Perazzoni. A corporação alegou que os crimes foram cometidos no Pará. 

No documento enviado ao ministro, as associações afirmaram que não faz sentido mandar o processo do DF para Altamira porque os atos investigados foram praticados por funcionários que atuavam em Brasília.

“O inquérito, segundo a própria autoridade, não está a averiguar a regularidade da extração da madeira, atenção para a ausência de qualquer menção à Lei 9.605/98, mas sim atos que, ainda segundo a tese policial, buscaram regularizar a situação. E, assim sendo, todos os atos ocorreram em Brasília.

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