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A expressão sociológica para roubalheira

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Andreza Matais noticia que o TSE vai julgar “‘candidaturas femininas fictícias registradas oficialmente apenas para partidos e coligações tentarem cumprir a cota de exigência legal de reservar 30% das vagas para mulheres”.

Segundo a jornalista, “um dos casos mais emblemáticos, de relatoria do ministro Jorge Mussi, trata de cinco candidatas à Câmara de Vereadores de Valença do Piauí, que tiveram votação inexpressiva, não praticaram atos de campanha nem tiveram gastos declarados em suas prestações de contas”.

Para o Ministério Público Eleitoral, o problema reflete a “estrutura patriarcal que ainda rege as relações de gênero na sociedade brasileira”.

É uma expressão sociologicamente aceitável para a roubalheira politicamente correta.

Comentários

  • Sami -

    O que esperar de um país em que até o STF preferiu lavar as mãos e não opinar quando questionado sobre as quotas raciais em universidades? Sim, o guardião da Constituição lavou as mãos, preferindo o politicamente correto de uma minoria barulhenta, a defender a igualdade prevista na Lei maior.

  • Dutra -

    Ahhh.... as famosas "quotas" impostas goela abaixo da sociedade. Todos são iguais perante a Lei. Quando será que esses imbec1s irão entender isso?

  • jacob -

    EM Primavera do Leste MT o atual presidente da camara, do PV, ja foi alvo de investigação, mas misteriosamente absolvidos ele e a coligação, mesmo com uma suposta candidata declarando que não concorreu, jamais fez campanha, santinhos ou outro material, não pediu votos, etc...

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