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A fachada de Lulinha

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Marco Aurélio Vitale, ex-diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, disse à Folha que empresas foram usadas como fachada para receber recursos da Oi direcionados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e seus sócios.

O Grupo Gol – que atua nas áreas editorial e de tecnologia e não tem relação com a companhia aérea de mesmo nome – mantinha contratos “sem lógica comercial”, segundo Vitale, tendo como único objetivo injetar recursos da empresa de telefonia nas firmas de Suassuna.

“A Gol conseguiu um tratamento que não existe dentro da operadora.”

Segundo relatório da Polícia Federal, as empresas de Suassuna receberam R$ 66,4 milhões da Oi entre 2004 e 2016.

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